quarta-feira, 29 de junho de 2011
32 pessoas por metro quadrado na Av. Paulista?
Quem explicar ganha um prêmio
Fizemos as medidas: a Avenida Paulista tem 50m de largura por 2.500m de comprimento. Em boa matemática, 125.000 metros quadrados. Pelo que sei, em um metro quadrado cabem, bem apertadas, 5 pessoas. Digamos que caibam 6, ou até 7…sejamos otimistas: 10.
Ora, os jornais noticiaram que no domingo dia 26/6 havia, na Av. Paulista, 4 milhões de participantes da passeata homossexual. Ora, se dividirmos 4 milhões de pessoas em 125.000 m², temos 32 pessoas por metro quadrado!
Veja por exemplo o que diz esse jornal: “Ao completar 15 anos, evento reúne pelo menos 4 milhões na Paulista” (O Estado de S. Paulo, dia 27 de junho)
Quem explica essa charada?
Marcadores: Parada gay
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19:47.

domingo, 5 de junho de 2011
Pessoa e família
A instituição familiar corresponde ao desígnio de Deus e é tão fundamental para a pessoa que o Senhor elevou o Matrimônio à dignidade de Sacramento.
Dom Genival Saraiva de França
Deus colocou no ser humano a capacidade de afirmar-se, como pessoa, de realizar-se mediante a expressão maior da comunhão de vida, o casamento, e de ver-se prolongado através da procrição, ao constituir uma família. Dessa maneira, a pessoa, na sua individualidade, encontra na comunhão heterossexual de vida o caminho natural da procriação que é, com efeito, o maior e melhor indicador da relação amorosa e frutuosa do homem e da mulher.
Os tempos estão mudando, em relação à compreensão, respeito e tolerância, com discursos e práticas, de parte de pessoas e instituições, que negam valores inquestionáveis para a Igreja, como o casamento e a família, a exemplo da recente posição do Supremo Tribunal Federal quanto a direitos sociais dos homossexuais. A Igreja tem se comportado, coerentemente, sempre em defesa de valores fundamentais, como vida, casamento e família, como fez a CNBB, recentemente, através de Nota divulgada, em Aparecida. “Nós, Bispos do Brasil em Assembleia Geral, nos dias 4 a 13 de maio, reunidos na casa da nossa Mãe, Nossa Senhora Aparecida, dirigimo-nos a todos os fiéis e pessoas de boa vontade para reafirmar o princípio da instituição familiar e esclarecer a respeito da união estável entre pessoas do mesmo sexo.
Saudamos todas as famílias do nosso País e as encorajamos a viver fiel e alegremente a sua missão. Tão grande é a importância da família, que toda a sociedade tem nela a sua base vital. Por isso é possível fazer do mundo uma grande família. A diferença sexual é originária e não mero produto de uma opção cultural. O matrimônio natural entre o homem e a mulher bem como a família monogâmica constituem um princípio fundamental do Direito Natural. As Sagradas Escrituras, por sua vez, revelam que Deus criou o homem e a mulher à sua imagem e semelhança e os destinou a ser uma só carne (cf. Gn 1,27; 2,24).
Assim, a família é o âmbito adequado para a plena realização humana, o desenvolvimento das diversas gerações e constitui o maior bem das pessoas. As pessoas que sentem atração sexual exclusiva ou predominante pelo mesmo sexo são merecedoras de respeito e consideração. Repudiamos todo tipo de discriminação e violência que fere sua dignidade de pessoa humana (cf. Catecismo da Igreja Católica, nn. 2357-2358). As uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo recebem agora em nosso País reconhecimento do Estado.
Tais uniões não podem ser equiparadas à família, que se fundamenta no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e educação dos filhos. Equiparar as uniões entre pessoas do mesmo sexo à família descaracteriza a sua identidade e ameaça a estabilidade da mesma. É um fato real que a família é um recurso humano e social incomparável, além de ser também uma grande benfeitora da humanidade. Ela favorece a integração de todas as gerações, dá amparo aos doentes e idosos, socorre os desempregados e pessoas portadoras de deficiência.
Portanto têm o direito de ser valorizada e protegida pelo Estado. É atribuição do Congresso Nacional propor e votar leis, cabendo ao governo garanti-las. Preocupa-nos ver os poderes constituídos ultrapassarem os limites de sua competência, como aconteceu com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal. Não é a primeira vez que no Brasil acontecem conflitos dessa natureza que comprometem a ética na política. A instituição familiar corresponde ao desígnio de Deus e é tão fundamental para a pessoa que o Senhor elevou o Matrimônio à dignidade de Sacramento.
Assim, motivados pelo Documento de Aparecida, propomo-nos a renovar o nosso empenho por uma Pastoral Familiar intensa e vigorosa. Jesus Cristo Ressuscitado, fonte de Vida e Senhor da história, que nasceu, cresceu e viveu na Sagrada Família de Nazaré, pela intercessão da Virgem Maria e de São José, seu esposo, ilumine o povo brasileiro e seus governantes no compromisso pela promoção e defesa da família.”
A Igreja, fiel aos mandamentos de Deus e à sua própria doutrina, preza a liberdade individual, defende o direito das pessoas e prega uma convivência respeitosa na sociedade, mesmo diante de posições ambíguas ou opostas ao “depósito da fé”, de que é depositária, nesse momento da história.
Dom Genival Saraiva de França é Bispo da Diocese de Palmares - PE; Presidente da Conferência Nacional de Bispos Regional Nordeste 2 (CNBB NE2), Responsável pela Comissão Regional de Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz; Diretor presidente do Conselho de Orientação do Ensino Religioso do Estado de Pernambuco (CONOERPE); Membro efetivo do Conselho Econômico da CNBB NE2.
Marcadores: Bispo, CNBB, Dom Genival, Família
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14:51.

sábado, 4 de junho de 2011
Moção de Repúdio ao Frei Betto
Câmara Municipal de Niterói
Gabinete do Vereador JOAO GUSTAVO - PMDB
Concede Moção de Repúdio ao Frei Betto, em razão de seu artigo sobre
Gays e a Bíblia, publicado no jornal o Globo dia 23 de maio de 2011111.
Requeiro à Mesa Diretora, na forma regimental, que Câmara Municipal de Niterói, no exercício de suas prerrogativas, ouvindo o Douto Plenário MOÇÃO DE REPÚDIO ao Frei Betto, em virtude de sua defesa a casais homossexuais, conforme divulgado no Jornal o Globo.
Justificativa:
Como bem dito pelo Frei em seu artigo, a Igreja Católica não discrimina o homossexual. De acordo com seu Catecismo no parágrafo 2358, estes devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitando-se, assim, todo sinal de discriminação injusta, ainda porque em Jo: 4, 7, nos ensina a amarmos uns aos outros, porque o amor vem de Deus.
Insta dizer, e continuando, nos parágrafos 2357 e 2359 do Catecismo, embora não haja discriminação, apoiando-se na Sagrada escritura e na tradição, sempre declarou que atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados. São contrários à lei natural. Não origina, assim, o dom da vida. Em caso algum podem ser aprovados.
Portanto, embora, todos nós sejamos filhos amados de Deus, a prática da homossexualidade não deixa de ser contrária aos ensinamentos da Sagrada Escritura, por isso, embora amados, os homossexuais são chamados à castidade.
Em Romanos 1, 26 ao 28: â Por isso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Sua mulheres mudaram o uso natural em uso a natureza. Os homens também, abandonaram o uso natural da mulher, arderam em desejos um pelo outro, homem como homem, cometendo torpezas e recebendo em si mesmos a pagar por suas perversões.â
Marcadores: câmara municipal, frei beto, vereadores
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20:43.
