Doce Deleite



quinta-feira, 31 de maio de 2007

O Irmão


João Paulo II e Roger de Taizé

Nós vamos a Deus por meio do irmão. "Pois quem não ama seu irmão, a quem vê, a Deus, a quem não vê, não poderá amar" (1 João 4,20). Hoje, em um momento como o nosso, o cristão deve ter presente sobretudo isso.

Às vezes, o materialismo que nos rodeia com as relativas tentações que suscita, os palavreados e as discussões que atraem quem é tentado pelo prurido de ouvir, a avidez de saber, de conhecer, de ler, e o apego, portanto, a alguma coisa que consideramos legítima, tudo isso nos faz desviar a atenção daquilo que o irmão espera de nós.

No entanto, está tudo aqui. São Pedro exorta: "Acima de tudo cultivai, com todo o ardor, o amor mútuo" (1 Pedro 4,8)
A Escritura diz ainda: "Nós sabemos que passamos da morte para a vida porque amamos os irmãos" (1 João 3,14).

E nós somos chamados a viver e a comunicar a vida, embora o amor fraterno custe um esforço contínuo. Mas isso nada mais é do que a cruz característica do cristão.



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quarta-feira, 30 de maio de 2007

Aniversariantes do mês


Eu e Marina
Gisa


Mês de muitos aniversariantes:


08/05 Zarely e Cinho
16/o5 Marina, minha 21ª e, por enquanto, a caçula dos sobrinhos. Sábado passado comemorou seu 1º aninho de vida.
18/05 Gisa, 1,
24/05 Farias, cunhado, camisa laranja de listra
27/05 Vitor , entre Farias e Jerônimo


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Função paradoxal



É preciso saber captar nos atos, nas obrigações do nosso dia, momento por momento, aquele quê de opressivo que eles possuem; é necessário ressaltar, valorizar o lado duro, o quociente de cansaço, de desconforto, de esforço, de luta, para aceitar tudo isso como um bem precioso a se doar a Deus.

Na verdade, tudo o que tem sabor de dor é muito importante. Da dor, o mundo nem quer ouvir falar. Um pouco porque, não sendo mais cristão, não a entende; um pouco porque é natural que o sofrimento não agrade. Por isso dela foge e quer esquecê-la.

Contudo a dor tem uma função paradoxal: ela é o canal da felicidade, se por felicidade entendemos a verdadeira, duradoura, não passageira, não fugaz; a única felicidade que sacia o coração humano, a mesma de que Deus goza e da qual o homem, por seu destino transcendente, pode participar, já nesta vida.

Como, justamente através da dor, Jesus deu ao homem a alegria aqui e a alegria perene na outra vida, assim o homem pode buscar a felicidade para si e para os outros, graças às muitas angústias aceitas e oferecidas dia a dia com espírito sobrenatural.

Chiara Lubich


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Deus não prometeu...





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terça-feira, 29 de maio de 2007

Se amar fosse fácil...



Se amar fosse fácil...
não haveria tanta gente amando mal,
nem tanta gente mal amada.

Se amar fosse fácil...
não haveria tanta fome
nem tantas guerras

Se amar fosse fácil...
não haveria crianças nas ruas sem ter ninguém
nem haveria orfanatos
porque as famílias serenas adotariam mais filhos
nem filhos mal concebidos
nem esposas mal amadas
nem mixês, nem prostitutas.
e nunca ninguém negaria o que jurou num altar
nem haveria divórcio, jamais...

Se amar fosse fácil...
não haveria assaltantes
nem haveria assassinos
nem preços exorbitantes
nem os que ganham demais, nem os que ganham de menos.

Se amar fosse fácil...
nem soldados haveria, pois ninguém agrediria
no máximo ajudariam no combate ao cão feroz.
mas o amor é um sentimento que depende de um "eu quero"
seguido de um "eu espero"
e a vontade é rebelde,
o homem, um egoísta que maximiza seu "eu"
por isso, o amor é difícil.
Jesus Cristo não brincava quando nos mandou amar.
e, quando morreu amando deu a suprema lição...
Não se ama por ser fácil,
ama-se porque é preciso!



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domingo, 27 de maio de 2007

Pentecostes




"O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo seu Espírito que habita em nós, aleluia"! (Rm 5,5.10,11)

A IGREJA VIVE NO ESPÍRITO DE CRISTO

A solenidade de Pentecostes celebra um acontecimento capital para a Igreja: a sua apresentação ao mundo, o nascimento oficial com o batismo no Espírito. Complemento da Páscoa, a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração e na atividade dos discípulos; início da expansão da Igreja e princípio da sua fecundidade, ela se renova misteriosamente hoje para nós, como em toda assembléia eucarística e sacramental, e, de múltiplas formas, na vida das pessoas e dos grupos até o fim dos tempos. A "plenitude" do Espírito é a característica dos tempos messiânicos, preparados pela secreta atividade do Espírito de Deus que "falou por meio dos profetas" e inspira em todos os tempos os atos de bondade, justiça e religiosidade dos homens, até que encontrem
em Cristo seu sentido definitivo.

O Espírito da aliança universal e definitiva

Não se pode deixar de ligar o acontecimento do Sinai com ode Jerusalém; a assembléia das doze tribos corresponde à dos apóstolos, novo Israel; fogo e vento manifestam a presença do Deus vivo; é dada a lei da aliança, lei de liberdade que qualifica os filhos de Deus. A aliança, não mais limitada a um povo escolhido para dar a conhecer o verdadeiro Deus, é aberta a todos os povos e a todas as raças; não mais caracterizada por um sinal na carne (a circuncisão), ela é espiritual e se exprime pela fé e o batismo (também o de desejo); não mais renovada por homens mortais no decorrer da história, é ela fundada sobre Cristo "que permanece eternamente". E precisamente por ser espiritual e definitiva, sua encarnação atual na Igreja do nosso tempo com suas instituições e nas diversas igrejas esparsas
por toda a terra, com suas peculiaridades, tem valor sacramental (isto é, traz verdadeiramente a salvação), mas também relativo e caduco. E preciso, pois, não considerar absoluto e definitivo algo que não seja o próprio Espírito, realidade profunda e inexaurível de tudo o que constitui a vida da Igreja no tempo: ações sacramentais, hierarquia, ministérios e carismas, templos e lugares. (Podem-se reler diversos textos do Concílio a propósito do pluralismo na Igreja, da tradução da mensagem cristã nas diversas culturas, da adaptação litúrgica, da variedade de expressão artística).

O Espírito da fidelidade e da coragem

O batismo no Espírito ilumina a comunidade dos amigos de Cristo sobre seu mistério de Messias, Senhor e Filho de Deus; faz com que compreendam sua ressurreição como a plenificação dos planos de salvação de Deus, não só para o povo de Israel, mas para todo o mundo; leva-os a anunciá-lo em todas as línguas e circunstâncias, sem temer perseguições nem morte. Como os apóstolos, os mártires e todos os cristãos, que ouviram profundamente a voz do Espírito de Cristo, tornam-se testemunhas do que viram, do que foi transmitido e que experimentaram em sua existência. No mundo de hoje toda a nossa comunidade é chamada a colaborar com o Espírito da nova vida para renovar o mundo: tanto na atividade cotidiana como nas vocações extraordinárias. E isto, sem perder a coragem, porque "o Espírito vem em auxílio
da nossa fraqueza" (Rm 8,26), corrige e incentiva nosso esforço, faz convergir tudo para o bem comum (2ª leitura), porque todo dom (todo carisma) vem dele, único Espírito do Pai e do Filho.

Toda a nossa vida de cristãos está, portanto, sob o sinal do Espírito que recebemos no batismo e na crisma, nosso Pentecostes; nela devemos amadurecer os "frutos do Espírito" (Gl 5,22): amor, paz, alegria, paciência, espírito de serviço, bondade, confiança nos outros, mansidão, autodomínio...

O Espírito da novidade em Cristo

"Sem o Espírito Santo, Deus está distante, o Cristo permanece no passado, o evangelho uma letra morta, a Igreja uma simples organização, a autoridade um poder, a missão uma propaganda, o culto um arcaísmo, e a ação moral uma ação de escravos.

Mas no Espírito Santo o cosmos é enobrecido pela geração do Reino, o Cristo ressuscitado está presente, o evangelho se faz força do Reino, a Igreja realiza a comunhão trinitária, a autoridade se transforma em serviço, a liturgia é memorial e antecipação, a ação humana se deifica" (Atenágoras).


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sábado, 26 de maio de 2007

Fraternidade! Um caminho para todos


Maria e Eu

Hoje realizou-se a Jornada anual do Movimento dos Focolares, que teve como tema: "Fraternidade, um caminho para todos". Apesar do dia ter amanhecido com chuva, logo cedo, não impediu a chegada das pessoas vindas de todos os lugares. Foram horas de plena comunhão, intensificadas com a presença de Jesus entre nós, culminadas no final do dia com a Santa Missa. Dom Dino, Bispo de Caruaru presidiu a celebração, que contou também com a presença de Pe Geovani e outro sacerdote. Também estiveram presentes o seis italianos, que ainda encontram-se aqui, na nossa região. O Nosso encontro foi no Teatro do Centro de Convenções da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), que contou com a presença do ilustre reitor Amaro Lins, com participantes de todo Nordeste, como também de outras regiões do Brasil. Segue algumas fotos. As de melhor visibilidade foram as externas, as internas, ficaram com a qualidade comprometida devido a pouca luminosidade do teatro e também pela máquina e a fotógrafa não serem profissionais.

Chegada do pessoal
Fila para entrar no teatro
Gorete, com gesso e tudo, estava lá
Eu também estava lá
Adauto e Jaildes
Apresentação dos alunos da Escola Santa Maria
Dom Dino, Bispo de caruaru
Sid, de Rosa, Augusto e outros
Platéia
Nossos cantores




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sexta-feira, 25 de maio de 2007

Igreja protestante a favor do aborto


Foto de um procedimento cirúrgico em um feto
Eis o bebê saudável

Nos posts anteriores as opiniões de Madre Tereza de Calcutá e João Paulo II, que reflete o que pensa a Igreja Católica, sobre o aborto.

Não é novidade para ninguém que a IURD é favorável ao aborto. Seu líder, Edir Macedo, através de entrevistas, mostra-se favorável a essa prática hedionda: “Eu aprovo porque acho um absurdo a mulher ter um filho indesejado. Ela tem direito ao aborto. É o que permite a lei”. "Fazer aborto é melhor que passar fome". Diante do exposto não podia faltar, na doutrina da sua igreja, matéria favorável a tal prática. Mas o que muita gente não sabe, penso que muitos dos seus membros também não, como pude constatar com um deles, é o Posicionamento da Assembléia de Deus em relação ao aborto:


A Igreja Assembléia de Deus considera o aborto crime hediondo, A lei de Deus diz: Não matarás(Ex 20,13). Os defensores do aborto argumentam que a mulher tem o direito de expelir de seu corpo aquilo que não lhe convém. Nem este nem qualquer outro argumento fará Deus anular a sua Lei, e permitir que uma mãe mate seu próprio filho. Todas que assim procederem darão contas a Deus e receberão a justa retribuição (Is 59,3). Um único caso em que o aborto poderá ser praticado sem qualquer objeção da Igreja é por questão terapêutica: se o médico atestar que a continuação de uma gravidez coloca em risco a vida da mãe. Em mais nenhuma hipótese o aborto poderá ser praticado sem que se cometa grave pecado.


Posição um tanto contraditória. Se AD diz: "Nem este nem qualquer outro argumento fará Deus anular a sua Lei, e permitir que uma mãe mate seu próprio filho. Todas que assim procederem darão contas a Deus e receberão a justa retribuição, como pode, em seguida, contradizer-se e atestar que "Um único caso em que o aborto poderá ser praticado sem qualquer objeção da Igreja é por questão terapêutica"?
Desde quando a opinião de um médico fará Deus anular a sua lei?

Diz a palavra: "Importa obedecer antes a Deus do que aos homens". (Atos 5,29)
Mas o que se vê aí é justamente o contrário.


Aborto terapêutico

É importante atentar bem na DIFERENÇA que existe entre a prática do aborto direto (atentado voluntário, deliberado e direto contra a vida fetal com o fim de salvar a mãe) e a prática terapêutica, clínica ou cirúrgica, aplicada à mãe como se esta não estivesse grávida, mas que, paralelamente, colocará em risco a vida fetal. Enquanto esta conduta é lícita, aquela NÃO o é. (...)

É evidente que os fins não justificam os meios. Interferir direta ou deliberadamente para tirar a vida do feto (ato mau) como meio de obter a cura da mãe (fim bom) é procedimento condenável, posto que direitos iguais - no caso, direito à vida - de duas pessoas diferentes não podem subordinar-se um ao outro. Ambas merecem o mesmo respeito aos seus direitos humanos inalienáveis, independentemente da maior fragilidade ou da maior força de um sobre o outro. (...)

Uma agressão direta contra a vida do concepto não se justifica, embora com o fim de melhorar as precárias condições de saúde da mãe; aceitar como justo tal procedimento implicaria legitimar a agressão a um ser humano indefeso em favor de outro mais forte ou mais influente. (...)

Todavia, a morte do concepto pode ocorrer como conseqüência não visada, embora prevista, do ato médico realizado para curar uma gestante portadora de enfermidade, cuja natureza grave não permita adiar o tratamento até à viabilidade fetal.

Assim, por exemplo, em uma gestante cardiopata, no primeiro trimestre da gravidez, com indicação de tratamento cirúrgico cardiovascular inadiável, o risco de [que ocorra um] aborto existe, mas não invalida a conduta cirúrgica que é legítima, pois visa a salvação da mãe e não constitui agressão direta ao feto. Se ocorrer, o aborto será indireto, acidental, não visado nem desejado pelo ato médico, embora previsto. (...)

Nessa circunstância, a morte do feto ocorre "contra as intenções do médico, ainda que não contra as suas previsões". Fundamenta-se a licitude do ato no princípio do duplo efeito, assim compreendido: a) à pratica de um ato, moralmente bom ou indiferente, seguem-se dois efeitos paralelos, um bom e outro mau; b) apenas o efeito bom é visado pelo ato praticado; c) o efeito mau, embora inevitável, não é desejado nem visado pelo ato, sendo apenas previsto e tolerado; d) o efeito mau não se constitui no meio de se obter o efeito bom; e) o efeito bom é conseqüência direta do ato praticado, não sendo, portanto, secundário nem conseqüente do efeito mau; f) o efeito bom visado é suficientemente importante para tolerar-se o efeito nocivo previsto.




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quarta-feira, 23 de maio de 2007

Madre Teresa de Calcutá sobre o aborto





(...) Eu sinto que o grande destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra contra a criança, uma matança direta de crianças inocentes, assassinadas pela própria mãe.

E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo o seu próprio filho, como é que podemos dizer às outras pessoas para não se matarem? Como é que nós persuadimos uma mulher a não fazer o aborto? Como sempre, nós devemos persuadi-la com amor e nós devemos lembrar-nos de que amar significa estar disposto a doar-se até que doa. Jesus deu a Sua vida por amor de nós. Assim, a mãe que pensa em abortar, deve ser ajudada a amar, ou seja, a doar-se até que prejudique os seus planos, ou o seu tempo livre, para respeitar a vida do seu filho. O pai desta criança, quem quer que ele seja, deve também doar-se até que doa.

Através do aborto, a mãe não aprende a amar, mas mata o seu próprio filho para resolver os seus problemas.

E, através do aborto, diz-se ao pai que ele não tem que ter nenhuma responsabilidade pela criança que ele trouxe ao mundo. Este pai provavelmente vai colocar outras mulheres na mesma situação. Logo, o aborto apenas traz mais aborto.

Qualquer país que aceite o aborto não está ensinando o seu povo a amar, mas a usar de qualquer violência para conseguir o que se quer. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto.

Muitas pessoas são muito, muito preocupadas com as crianças da India, com as crianças da África onde muitas delas morrem de fome, etc. Muitas pessoas também são preocupadas com toda a violência nos Estados Unidos. Estas preocupações são muito boas. Mas freqüentemente estas mesmas pessoas não estão preocupadas com os milhões que estão sendo mortos pela decisão deliberada das suas próprias mães. E isto é que é o maior destruidor da paz hoje - o aborto que coloca as pessoas em tal cegueira.

E por causa disto eu apelo na India e apelo em todo a parte - "Vamos resgatar a criança." A criança é o dom de Deus para a família. Cada criança é criada à imagem e semelhança de Deus para grandes coisas - para amar e ser amada. Neste ano da família nós devemos trazer a criança de volta ao centro de nosso cuidado e preocupação. Esta é a única maneira pela qual o nosso mundo pode sobreviver, porque as nossas crianças são a única esperança do futuro. Quando as pessoas mais velhas são chamadas para Deus, somente os seus filhos podem tomar os seus lugares.

Mas que nos diz Deus? Ele diz: "Mesmo se a mãe se esquecer de seu filho, Eu jamais te esquecerei. Eu gravei o teu nome na palma de minha mão." (Is 49). Nós estamos gravados na palma da mão de Deus; aquela criança que ainda não nasceu está gravada na mão de Deus desde a concepção e é chamada por Deus a amar e ser amada, não somente nesta vida, mas para sempre. Deus jamais se esquece de nós.

Eu vou-lhe contar uma coisa bonita. Nós estamos lutando contra o aborto através da adoção - tomando conta da mãe e da adoção de seu bebé. Nós temos salvo milhares de vidas. Mandamos a mensagem para as clínicas, para os hospitais e estações policiais: "Por favor não destrua a criança, nós ficaremos com ela." Nós sempre temos alguém para dizer às mães em dificuldade: "Venha, nós tomaremos conta de si, nós conseguiremos um lar para seu filho". E nós temos uma enorme procura por parte de casais que não podem ter um filho - mas eu nunca dou uma criança para um casal que tenha feito algo para não ter um filho. Jesus disse, "Aquele que recebe uma criança em meu nome, a mim recebe". Ao adotar uma criança, estes casais recebem Jesus mas, ao abortar uma criança, um casal recusa-se a receber Jesus.

Por favor não mate a criança. Eu quero a criança. Por favor dê-me a criança. Eu estou disposta a aceitar qualquer criança que estiver para ser abortada e dar esta criança a um casal que irá amar a criança e ser amado por ela.

Só de nosso lar de crianças em Calcutá, nós salvámos mais de 3000 crianças do aborto. Estas crianças trouxeram muito amor e alegria aos seus pais adotivos, e crescem cheias de amor e de alegria.

Eu sei que os casais têm de planejar a sua família e para isto existe o método de planejamento familiar natural.

A forma de planejar a família é o planejamento familiar natural, não a contracepção.

Ao destruir o poder de dar a vida, através da contracepção, um marido ou esposa está fazendo algo para si mesmo. Atrai a atenção para si e assim destrói o dom do amor nele ou nela. Ao amar, o marido e a mulher devem voltar a atenção um para o outro, como acontece no planejamento familiar natural, e não para si mesmo, como acontece na contracepção. Uma vez que o amor vivo é destruído pela contracepção, facilmente se segue o aborto.

Eu sei também que existem enormes problemas no mundo - que muitos esposos não se amam o suficiente para praticar o planejamento familiar natural. Nós não temos condições de resolver todos os problemas do mundo, mas não vamos trazer o pior problema de todos, que é a destruição do amor. E isto é o que acontece quando dizemos às pessoas para praticarem a contracepção e o aborto.

Os pobres são grandes pessoas. Eles podem ensinar-nos muitas coisas belas. Uma vez uma delas veio agradecer-nos por lhe termos ensinado o planejamento familiar natural e disse: "Vocês que praticam a castidade, vocês são as melhores pessoas para nos ensinar o planejamento familiar natural, porque não é nada mais que um auto-controle por amor de um ao outro". E o que esta pobre pessoa disse é a pura verdade. Estas pessoas pobres talvez não tenham algo para comer, talvez não tenham uma casa para morar, mas eles ainda podem ser ótimas pessoas quando são espiritualmente ricos.

Quando eu tiro uma pessoa da rua, faminto, eu dou-lhe um prato de arroz, um pedaço de pão. Mas uma pessoa que é excluída, que se sente não desejada, mal amada, aterrorizada, a pessoa que foi colocada para fora da sociedade - esta pobreza espiritual é muito mais difícil de vencer. E o aborto, que com freqüência vem da contracepção, faz uma pessoa tornar-se pobre espiritualmente, e esta é a pior pobreza e a mais difícil de vencer.

Nós não somos assistentes sociais. Nós podemos estar fazendo trabalho de assistência social aos olhos de algumas pessoas, mas nós devemos ser contemplativas no coração do mundo. Pois estamos tocando no corpo de Cristo e estamos sempre em Sua presença.

Você também deve trazer esta presença de Deus para sua família, pois a família que reza unida, permanece unida.

Existe tanto ódio, tanta miséria, e nós com nossas orações, com nosso sacrifício, estamos começando em casa. O amor começa em casa, e não se trata do quanto nós fazemos, mas de quanto amor colocamos naquilo que fazemos.

Se somos contemplativas no coração do mundo com todos os seus problemas, estes problemas jamais nos podem desencorajar. Nós devemos lembrar-nos do que Deus diz na Escritura: "Mesmo se a mãe se esquecer do filho que amamenta - algo impossível - mesmo se ela o esquecesse Eu não te esqueceria nunca".

E aqui estou eu falando com vocês. Eu desejo que vocês encontrem os pobres daqui, na sua própria casa primeiro. E comece a amar ali. Seja a boa nova para o seu próprio povo primeiro. E descubra mais sobre o seu vizinho ao lado. Você sabe quem são eles?

Deus jamais nos esquecerá e sempre existe algo que você e eu podemos fazer. Nós podemos manter a alegria do amor de Jesus em nossos corações, e partilhar esta alegria com todos aqueles de quem nos aproximarmos.

Vamos insistir: que cada criança não seja indesejada, mal amada, mal cuidada, ou morta e jogada fora. "E doe-se até que doa - com um sorriso".

Porque eu falo muito sobre doar-se com um sorriso nos lábios, uma vez um professor dos Estados Unidos me perguntou: "Você é casada?" E eu disse: "Sim, e algumas vezes eu acho difícil sorrir ao meu esposo, Jesus, porque Ele pode ser muito exigente - algumas vezes." Isto é mesmo algo verdadeiro.

E é aí que entra o amor - quando exige de nós, e ainda assim podemos dar com alegria.

Se nos lembrarmos de que Deus nos ama, e que nós podemos amar os outros como Ele nos ama, então a América pode tornar-se um sinal de paz para o mundo.

Daqui deve sair para o mundo, um sinal de cuidado para o mais fraco dos fracos - a futura criança. Se vocês se tornarem uma luz ardente de justiça e paz no mundo, então vocês serão verdadeiramente aquilo pelo qual os fundadores deste país lutaram. Deus vos abençoe!


Washington, DC,
3 de Fevereiro de 1994
Tradução: Sandra Katzman

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terça-feira, 22 de maio de 2007

João Paulo II e o aborto



Quando a lei, votada segundo as chamadas regras democráticas, permite o aborto, o ideal democrático, que só é tal verdadeiramente quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana, é atraiçoado nas suas próprias bases: Como é possível falar ainda de dignidade de toda a pessoa humana, quando se permite matar a mais débil e a mais inocente? Em nome de qual justiça se realiza a mais injusta das discriminações entre as pessoas, declarando algumas dignas de ser defendidas, enquanto a outras esta dignidade é negada? Deste modo e para descrédito das suas regras, a democracia caminha pela estrada de um substancial totalitarismo. O Estado deixa de ser a "casa comum", onde todos podem viver segundo princípios de substancial igualdade, e transforma-se num Estado tirano, que presume poder dispor da vida dos mais débeis e indefesos, como a criança ainda não nascida, em nome de uma utilidade pública que, na realidade, não é senão o interesse de alguns. ( João Paulo II, Evangelium Vitae, nº 20)


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Tudo mudou...


Nascemos nos anos 30, 40 e 50... foi barra para mudar todos os conceitos de várias gerações. Faz apenas 50 anos que apareceu a televisão, o chuveiro elétrico, a declaração dos direitos humanos e a revista Playboy.

Casar era pra sempre, sustentar filhos era somente até quando eles conseguissem emprego. As certezas duravam a vida toda e os homens eram os primeiros a serem servidos na mesa de jantar.

As avós eram umas velhinhas. Hoje, essas mulheres de 40 ou 50 anos viraram um "mulherão". Todos nos vestimos como nossos filhos. Não existem mais velhos como antigamente. Essa foi uma geração que mudou tudo. Culpa da guerra, da pílula, da internet, da globalização, do muro de Berlim, da televisão e da tecnologia.

Até morrer ficou diferente. Na minha rua havia um velhinho que morria aos poucos.Ficou uns dez anos morrendo e isto aconteceu logo depois de completar 57 anos.
Hoje se morre com 80 ou aos 90 e é um vapt-vupt.

Com a pílula, a mulher teve os filhos que quis, e ela sempre quis poucos.
Como não conseguimos mais sustentar uma família, elas foram à luta e saíram para poder pagar a comida congelada, a luz e o telefone.

Se a coisa não vai bem: é fácil a separação, difícil é pagar a pensão. Na realidade, as mães são solteiras com doze anos. Depois serão chefes de família, com muitos filhos de muitos pais.

Em 50 anos tiraram a filosofia da educação básica, e como o pensamento era reprimido pela revolução, tudo virou libertação:
Pedagogia da libertação, Teologia da libertação, Psicologia da libertação.
Deu no que deu. Burrice liberada. Burrice eleita.

Para as pessoas de mais de 50 anos, palhaço era o Carequinha. Hoje o povo inteiro é meio palhaço, meio pateta.
Ladrão era o Meneghetti e o Bandido da Luz Vermelha; hoje os ladrões tomaram conta dos palácios, da Câmara Federal e de uma cidade que não existia, chamada Brasília.

Ângela Guadagnin dançaria só na zona do baixo meretrício. Presidente da República era alfabetizado.

Experiência com feijão e algodão germinando a gente fazia na escola primária e não em vôo espacial, pago a 12 milhões de dólares.

Movimento social era reunião dançante.

Dia da mentira não era data nacional.

Piercing quem usava era índio botocudo.

Tatuagem era em criminoso do bas fond.

Mansão do lago era algo de filme de terror e não lugar onde ministro divide dinheiro.

Caseiro não era mais ético do que ministro.

Quadrilha era dança junina e não razão de existir de partido político.

O Clube dos Cafajestes eram uns inofensivos playboys cariocas e não um País inteiro.

As pessoas de mais de 50 estão assim meio tontas, mas vão levando.
Fumaram e deixaram de fumar. Beberam whisky com muito gelo, hoje tomam água mineral. Foram marxistas até descobrir quem eram Harpo, Chico e Groucho, e que o marxismo é um grande engodo.

Ninguém tem mais certeza de mais nada e a única música dos Beatles a tocar é "Help".

Pára Brasil, que os caras de mais de 50 anos querem descer!!!

Ao ler esta mensagem dá um aperto no coração só de pensar que tudo isso é verdade! Que a nossa realidade está de fazer vergonha!
E o pior, será que alguém sabe o que é "vergonha"?

Autor desconhecido



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segunda-feira, 21 de maio de 2007

Dia Mundial das Comunicações Sociais



ROTEIROS DE ENCONTROS
Para crianças

AQUI


"As crianças e os meios de comunicação social: um desafio para a educação" é o tema da mensagem de Bento XVI para o 41º Dia Mundial das Comunicações Sociais, celebrado no domingo próximo passado.

Queridos irmãos e irmãs

O tema do 41º Dia Mundial das Comunicações Sociais, «As crianças e os meios de comunicação social: um desafio para a educação», convida-nos a refletir sobre dois assuntos de imensa importância. A formação das crianças é o primeiro. O segundo, talvez menos óbvio, mas não menos importante, é a formação dos meios de comunicação social.


Os complexos desafios que se apresentam para a educação nos dias de hoje estão freqüentemente vinculados à ampla influência dos meios de comunicação social no nosso mundo...

A relação entre crianças, meios de comunicação social e educação pode ser considerada a partir de duas perspectivas: a formação das crianças por parte dos mass media; e a formação das crianças para que respondam apropriadamente aos mass media...

Como é que se há de salvaguardar e promover o bem comum? Educar as crianças a serem judiciosas no uso dos mass media é uma responsabilidade que cabe aos pais, à Igreja e à escola. O papel dos pais é de importância primordial. Eles têm o direito e o dever de assegurar o uso prudente dos meios de comunicação social, formando a consciência dos seus filhos a fim de que expressem juízos sadios e objetivos, que sucessivamente há de orientá-los na escolha ou rejeição dos programas disponíveis (Papa João Paulo II, Exortação Apostólica Familiaris consortio,76)...

A educação aos mass media deveria ser positiva. As crianças expostas ao que é estético e moralmente excelente são ajudadas a desenvolver o apreço, a prudência e as capacidades de discernimento...

Esta aspiração sincera dos pais e professores de educar as crianças pelos caminhos da beleza, da verdade e da bondade, somente pode ser sustentada pela indústria dos meios de comunicação social, na medida em que ela promover a dignidade humana fundamental, o valor genuíno do matrimônio e da vida familiar, e as conquistas e as finalidades positivas da humanidade...

Mesmo quando estamos convencidos de que muitas pessoas comprometidas nos meios de comunicação social desejam realizar o que é justo (Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, Ética nas Comunicações), devemos reconhecer também que as que trabalham neste campo enfrentam «pressões psicológicas e dilemas éticos particulares» (Aetatis novae), que por vezes vêem a concorrência comercial impelir os comunicadores para níveis mais baixos. Qualquer tendência a realizar programas e produtos – inclusive desenhos animados e videojogos – que, em nome do entretenimento, exalta a violência e apresenta comportamentos anti-sociais ou a banalização da sexualidade humana constitui uma perversão, e é ainda mais repugnante quando tais programas são destinados às crianças e aos adolescentes.

Mensagem na integra aqui.



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Semana de oração pela unidade dos cristãos



A propósito do comentário na abertura do post anterior, em que trata da celebração da solenidade da Ascensão de Nosso Senhor, a Igreja convoca a todos para dar continuidade à missão de Jesus. Assumindo a caminhada para Pentecostes, Ela dá início a Semana de oração pela unidade dos cristãos e comemora o Dia das Comunicações Sociais.


O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), desde a sua fundação, há 25 anos, realiza a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. Este ano, a Semana aborda o tema "Faz os surdos ouvirem e os mudos falarem" e acontecerá de 20 a 27 de maio. O CONIC dispõe de DVD com imagens de celebrações e encontros ecumênicos, visando incentivar todos os membros das Igrejas a celebrar a Semana de Oração e a corresponder com entusiasmo ao testamento expresso por Jesus na oração ao Pai: "Que todos sejam um para que o mundo creia" (João 17,21).

Igrejas-membro cONIC


Identidade, Missão e Objetivo




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I Vonlontari di Dio


"Se o amor recíproco reinar entre nós, se formos unidos no agir, ninguém poderá nos deter porque Deus estará conosco".











Fotos:
1. Augusto, Maria, Lela e Ana
2. Lela, Maria, Socorro e Ana
3. Patrício o sofoneiro, Paulo, o italiano, e Renato
4. Lela, Maria, Socorro e Ana
5. Refeitório
6. Lavando os pratos
7. Parte da equipe da cozinha

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00:38.
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domingo, 20 de maio de 2007

Ascensão do Senhor



Celebramos hoje a ascensão do Senhor ao céu. Ele conclui sua missão, despede-se dos seus - sem abandoná-los - e é elevado e glorificado pelo Pai. Com a solenidade da Ascensão, a Igreja convoca para dar continuidade à missão de Jesus, assume a caminhada para Pentecostes, inicia a semana de oração pela unidade dos cristãos e comemora o dia das comunicações sociais, instrumentos muito importantes para o anúncio do reino


Final de semana pleno. Participamos de um encontro onde tivemos a presença fortíssima de Jesus entre nós (Mateus 18,20). Estiveram presentes mais de 700 pessoas de 7 estados do Nordeste e algumas cidades do Norte e Sul. As pessoas foram divididas em dois salões, pois o principal não comporta esse número.Também tivemos a presença de 6 italianos, principal motivo do nosso encontro, que são nossos responsáveis no centro da Obra, em Roma, Itália. Foi um encontro belíssimo que rendeu, e irá render ainda, muitos frutos.


Portão de entrada Br 101 km 27 - Igarassu

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Salão principal
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00:52.



sexta-feira, 18 de maio de 2007

Ato de amor




"Um ato de amor por pequeno que seja, é como uma pedrinha lançada na superfície de um lago: provoca uma série de círculos concêntricos que chegam mais longe que se possa imaginar".


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22:45.


A Verdade



“O lavrador não pode convenientemente lançar as sementes na terra, se antes não arrancar todo o mato e o que pode prejudicar a boa semente; o médico também não pode aplicar medicamentos de saúde ao enfermo, se não limpa antes o mal interno ou não detém o mal que procura infiltrar-se; assim quem procura ensinar a verdade não poderá, por mais que fale dela, persuadir a ninguém, enquanto uma falsa opinião esteja agarrada à mente dos ouvintes e se oponha aos raciocínios.”

(Antenágoras de Atenas: Fragmentos de Sobre a Ressurreição dos Mortos, Cap 1).



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02:08.



quinta-feira, 17 de maio de 2007

Simplesmente Maria!



Maria

"Não precisamos enumerar as Razões Porque Amamos Maria. Os motivos para amá-la são mais do que suficientes".

Muitas e grandiosas são as glórias de Maria Santíssima, pelas quais não cessam de propagar e cantar seus louvores todos os seus servos. Não apenas os anjos e santos nos céus, mas também nós os pecadores glorificamos com confiança todos os dias a tão excelsa mãe. Não podia portanto, a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, calar-se a respeito da mais sublime de suas criaturas.

Maria apresenta-se a nós como uma jovem que vive de Deus. Vive em Deus, vive Deus. O mundo não a distrai, não a atrai. Ela pertence ao seu Deus e Senhor, a Ele consagrou sua virgindade. N’Ele encontrou a liberdade.

Maria tece uma história que é um poema; subentende a Teologia, e entende os mistério da encarnação, as graças e os sacramentos, enquanto reúne e celebra todas as virtudes: a pureza até a Imaculada Conceição, a caridade até a oferta do filho; a sabedoria e a fé, a piedade e a alegria, até tornar-se plena do Espírito Santo.

Assim Maria, enquanto mulher virgem, pertence a quem conservou a virgindade; enquanto esposa pertence aos casados, da mesma forma pertence às viúvas, e como mãe do Sacerdote Eterno, participa do sacerdócio universal, é Dele a expressão máxima. É leiga, e por isso pertence ao povo. Resume a condição de todos e de cada um. Por causa desta sua identidade universal, todos são convidados a imitá-la, porque ela tem condições de resumir em si os deveres e as belezas da virgindade e do matrimônio, da família e da solidão.

A autêntica doutrina mariana é assegurada pela fidelidade às escrituras, portanto a Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, não podia calar-se a respeito da mais sublime de suas criaturas. As Sagradas Escrituras exaltam e testemunham as glórias de Nossa Senhora.

As glórias da Virgem Maria segundo as Escrituras

''Eis que uma virgem conceberá e dará à luz um filho, e seu nome será chamado "Deus-conosco".(Isaías 7,14).

Isaías havia expressamente previsto que Ele (JESUS) nasceria de uma virgem. A frase 'Eis que uma virgem conceberá' significa certamente que a virgem iria conceber sem ter relacionamento. Se ela tivesse relacionamento com qualquer um que fosse, ela não poderia ser virgem.
E se o sinal dado pela profecia era que "uma virgem daria à luz", se ela, depois, se tornasse mãe de outros filhos de modo normal, se poria muito mais em dúvida sua virgindade e sua honestidade no caso da geração de Jesus.
Maria iniciou com sua sagrada gravidez o restabelecimento da concórdia entre Deus e os homens conforme está escrito:

"Por isso, Deus os abandonará, até o tempo em que der à luz aquela que há de dar à luz" (Miquéias 5,2)


Os Evangelhos pouco nos falarão desta convivência entre Maria e Jesus, mas certamente Ela foi de grande influência na formação humana e religiosa de seu Filho. Podemos imaginá-la a cuidar do Menino, ensinando-Lhe os primeiros passos, maravilhando-se com Suas primeiras palavras. Como mãe, Maria conhecia seu filho por inteiro, corpo e alma. Sabia-Lhe os sentimentos mais profundos, compartilhava de Seus sonhos. Conheciam o mesmo Deus, a quem serviam e descobriam os caminhos.

Maria se lança no mistério divino por inteira. Questiona o anjo, medita sobre a manjedoura, interpela em Caná, sofre no Calvário, motiva no Cenáculo, e, sobretudo, acredita no amor infinito do Senhor por seu povo. Sabe servi-Lo como nenhum outro serviu. Sabe acreditar Nele como nenhum outro acreditou. Por isso, faz-se rainha diante da humanidade sofrida que deseja tocar-Lhe como que pedindo para que faça de cada coração humano um coração semelhante ao seu.

Nos vários encontros entre Maria, Jesus e os demais personagens que compõem a história humana do Filho de Deus descobriremos na Mãe do Senhor, um coração humano, atento à vontade do Pai, buscando compreender Seus caminhos e atuante em direção ao outro, sabedor que a vontade de Deus é o amor entre seus filhos.

A vida de Maria é, pois, uma trajetória de contemplação, discernimento e ação. Por isso, podemos pedir à Mãe Intercessora que nos conduza no caminho trilhado por Seu Filho, para que possamos também amá-Lo e servi-Lo.




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09:21.



quarta-feira, 16 de maio de 2007

Igreja: agulha imantada pelo norte da revelação



“A Igreja não é a bússola e não é o Norte. Ela é apenas a agulha imantada pelo Norte da Revelação, que de Deus recebeu e que não pode deslocar ou recondicionar”.


Freqüentemente se ouve que a Igreja perde fiéis por não se adequar às tendências da modernidade: é contra o divórcio, contra o aborto, contra o casamento de homossexuais, condiciona o exercício do sacerdócio ao celibato, não ordena mulheres, se opõe a diversas práticas de controle da natalidade e por aí afora.

Fico imaginando o pleno atendimento dessas reivindicações: a Igreja reinstituindo a carta de divórcio (explicitamente abolida por Jesus, num visível erro de apreciação), aconselhando as mães a abortar e os médicos a aprimorarem as técnicas de aborto, as igrejas celebrando casamentos entre homens, entre mulheres, bem como outras uniões extravagantes que se sabe existir por aí, sacerdotes e sacerdotisas distribuindo “camisinhas” nas missas dos jovens, etc...

Chocante? Ridículo? Por quê? Não é exatamente o que parecem desejar que a Igreja faça para adequar-se aos ventos da opinião pública e da permissiva cultura contemporânea? Quantos cristãos parecem crer que, de fato, a Igreja “precisa atualizar-se” nestas coisas?

Existe nos aeroportos um instrumento colocado próximo à pista, formado por uma haste metálica na qual é fixado um tubo de pano. É chamado “biruta” e serve para sinalizar o sentido e a direção dos ventos de superfície. Em todas as aeronaves existe também um outro aparelho, chamado bússola, que sinaliza o norte magnético e é um dos mais antigos e utilizados instrumentos para orientação de navegadores em terra, mar e ar.

Felizmente a Igreja não comete a insensatez de confundir a “biruta” com a bússola porque se assim procedesse acabaria tão extraviada quanto ficaria o piloto que olhando para o tubo de pano junto à pista do aeroporto, confundisse aquilo com uma bússola e seguisse o vento, pensando tomar o rumo do norte.

Não! A Igreja e o Cristianismo cumprem através da história esse papel de bússola, indicando firmemente o norte apesar dos ventos da superfície, aos quais conhece, mas aos quais não segue. Ao agir assim, procede como Cristo, que denunciou os padrões de conduta de seus contemporâneos.

E foi à cruz por causa disso! Não tivesse agido assim teria conseguido mais seguidores em seu tempo, mas ninguém o seguiria hoje. E nenhum seguidor de Cristo pode deixar de ser sinal de contradição. A Igreja não é a bússola e não é o Norte. Ela é apenas a agulha imantada pelo Norte da Revelação, que de Deus recebeu e que não pode deslocar ou recondicionar.

Percival Puggina

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14:19.
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terça-feira, 15 de maio de 2007

Uma só fé, um só batismo, uma só doutrina


"Estaria o Espírito da Verdade inspirando absurdos?!?!? Nesse caso, não seria o Espírito da Verdade, e sim aquele espírito que inspira as seitas protestantes em suas milhares de doutrinas".

Não vemos ninguém tentando dizer que umbandistas não devam acreditar nos seus rituais. Tampouco vemos os espíritas sendo perseguidos para provar que exista reencarnação – ao contrário, em muitos filmes e novelas, o fenômeno é posto acima de qualquer suspeita, mesmo que não haja nenhuma prova contundente de sua existência. Budistas também não são forçados a dar maiores explicações sobre a fé que possuem nas sucessivas reencarnações de Buda. Assim funciona em relação a todas as crenças religiosas ou ritualistas do planeta. Entretanto, para com os Católicos, o tratamento dispensado pelas diferentes culturas e pela mídia é bem diferente: eles são permanentemente chamados a ter que provar como lógico e verdadeiro tudo aquilo em que dizem crer.

A Igreja Católica, igualmente, vive sob intensa pressão para mudar de opinião em relação a questões de comportamento e em relação às regras que impõe para admitir fiéis, padres e freiras. Há muitos anos, Lutero, insatisfeito com a Igreja, fundou o Protestantismo. Muitos judeus não se converteram ao Cristianismo por não acreditarem que Jesus seja o Messias que está nas profecias bíblicas. A questão é simples: ninguém obriga ninguém a ser católico, de maneira que quem decidir sê-lo não tem que ficar dando satisfações sobre sua escolha e muito menos tendo que provar que suas crenças sejam verdadeiras.

É bem verdade que o grande número de cristãos católicos que existem no mundo, seja entre outras coisas, uma pedra no sapato de protestantes e daqueles que sonham em ver a humanidade sob uma espécie de seita universal – que faça da "religião" um instrumento de adaptação de Deus aos desejos e necessidades dos homens e não o contrário: “Em vez de ter de me adaptar a uma religião, encontrei uma religião que se adaptou a mim”. Aqui, nada de conversão pessoal; a fé é um novo artigo de consumo e o conjunto de seitas um verdadeiro supermercado religioso: cada um escolhe o que mais lhe agrada! Quer dizer: não se convertem, optam. Aderem à fé para se realizarem.
Talvez por isso exista esta insistência em questionar sobre aquilo em que crêem os cristãos católicos.

Não é à toa a preocupação da Igreja em relação à proliferação das seitas. Bento XVI, em sua recente visita ao Brasil, confirmou essa preocupação dizendo que "os batizados, não suficientemente evangelizados, são as pessoas mais vulneráveis ao proselitismo agressivo das seitas".

Nós católicos, primamos pela ortodoxia à doutrina da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, Independente de nossas opiniões pessoais, mesmo que determinado ensinamento represente uma cruz para cada um de nós. Aliás, todo Católico que se julga digno de ostentar o honroso “Título” de Católico Apostólico Romano, única fundada por Jesus Cristo, Nosso Senhor.(peço sempre a Deus que me dê dignidade para poder me chamar assim), deve baixar a cabeça diante da doutrina da Santa Igreja, mesmo Sua Santidade, o Santo Padre Bento XVI, deve curvar-se ao ensinamento tradicional da Igreja.

Quando Nosso Senhor revelou aos Apóstolos e discípulos o Mistério da Sagrada Eucaristia, muitos se afastaram do Mestre, por que ficaram escandalizados diante da condição de salvação de ter de “comer a carne, e beber o sangue de Cristo” (Jo 6,54-56). “Isto é muito duro! Quem o pode admitir?” (Jo 6,60) diziam alguns discípulos, mas se tivessem confiado (tomando a cruz da dureza que admitiram, de fato, ser duro) veriam a que carne e a que sangue Nosso Mestre se referia, durante a última “ceia”: “Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens as palavras da vida eterna”. (Jo 6,68)

Assim devemos ser: aceitar a dureza da Cruz, por que nenhum ensinamento da Santa Igreja é absurdo, afinal, o sucessor de Pedro, e somente ele com seus Apóstolos (hoje, os Cardeais), é auxiliado pelo Paráclito (Jo 14,17). Estaria o Espírito da Verdade inspirando absurdos?!?!? Nesse caso, não seria o Espírito da Verdade, e sim aquele espírito que inspira as seitas protestantes em suas milhares de doutrinas.

(Texto compilado)




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20:17.



segunda-feira, 14 de maio de 2007

Papa despede-se do Brasil!



"Cristo nos deixou a Santa Igreja para nos ensinar e nos guiar até que Ele volte. E ela tem ensinado a Verdade até o nosso tempo, conforme a promessa de seu Esposo (Mt 28,20; Mt 16,16-18). Basta que a Igreja se pronuncie para sabermos no que devemos crer".


Ao deixar esta terra abençoada do Brasil, eleva-se na minha alma um hino de ação de graças ao Altíssimo, que me permitiu viver aqui horas intensas e inesquecíveis, como o olhar dirigido à Senhora Aparecida que, do seu Santuário, presidiu o inicio da 5º Conferência Geral do Episcopado Latino Americano e do Caribe.

Na minha memória ficarão para sempre gravadas as manifestações de entusiasmo e de profunda piedade deste povo generoso da Terra da Santa Cruz que, junto à multidão de peregrinos provindos deste continente da esperança, soube dar uma pujante demonstração de fé em Cristo e de amor pelo sucessor de Pedro. Peço a Deus que ajude os responsáveis, seja no âmbito religioso, que no civil a imprimir um passo decidido àquelas iniciativas, que todos esperam, pelo bem comum da grande família Latino-Americana.

A minha saudação final, repassada de gratidão, vai para o senhor Presidente da República, para o governo desta nação e do Estado de São Paulo, e para as demais autoridades brasileiras que tantas provas de delicadeza que deram-me dispensar nestes dias.

Estou também agradecido às autoridades consulares, cuja diligente atuação facilitou sobremaneira a participação das próprias nações nestes dias de reflexão, oração e compromisso pelo bem comum dos participantes a este grande evento.

Um particular pensamento de estima fraterna dirijo-o, com profundo reconhecimento, aos senhores cardeais, aos meus irmãos no Episcopado, aos sacerdotes e diáconos, religiosos e religiosas, aos organizadores da conferência. Todos contribuíram para abrilhantar estas jornadas, deixando a quantos nelas tomaram parte cheios de alegria e de esperança - gaudium et spes!- na família cristã e na sua missão no meio da sociedade.

Tende a certeza de que levo a todos no meu coração, donde brota a benção que vos concedo e que faço extensiva a todos os povos da América Latina e do mundo.

Muito obrigado!"








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13:24.
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domingo, 13 de maio de 2007

Santa Missa em Aparecida







"A Igreja não faz proselitismo. Ela cresce muito mais por “atração”: como Cristo “atrai todos a si” com a força do seu amor, que culminou no sacrifício da Cruz, assim a Igreja cumpre a sua missão na medida em que, associada a Cristo, cumpre a sua obra conformando-se em espírito e concretamente com a caridade do seu Senhor".


Não existem palavras para exprimir a alegria de encontrar-Me convosco para celebrar esta solene Eucaristia, por ocasião da abertura da V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe. A todos saúdo com muita cordialidade, de modo particular ao Arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis, agradecendo as palavras que Me foram dirigidas em nome de toda a assembléia, e os Cardeais Presidentes desta Conferência Geral.


Considero um dom especial da Providência que esta Santa Missa seja celebrada neste tempo e neste lugar. O tempo é o litúrgico do sexto Domingo de Páscoa: está próxima a festa de Pentecostes, e a Igreja é convidada a intensificar a invocação ao Espírito Santo. O lugar é o Santuário nacional de Nossa Senhora Aparecida, coração mariano do Brasil: Maria nos acolhe neste Cenáculo e, como Mãe e Mestra, nos ajuda a elevar a Deus uma prece unânime e confiante. Esta celebração litúrgica constitui o fundamento mais sólido da V Conferência, porque põe na sua base a oração e a Eucaristia, Sacramentum caritatis. Com efeito, só a caridadede Cristo, emanada pelo Espírito Santo, pode fazer desta reunião um autêntico acontecimento eclesial, um momento de graça para este Continente e para o mundo inteiro.

A primeira Leitura, tirada dos Atos dos Apóstolos, refere-se ao assim chamado “Concílio de Jerusalém”, que considerou a questão se aos pagãos convertidos ao cristianismo dever-se-ia impor a observância da lei mosaica. O texto, deixando de lado a discussão sobre “os Apóstolos e os anciãos” (15,4-21), transcreve a decisão final, que vem posta por escrito numa carta e confiada a dois delegados, a fim de que seja entregue à comunidade de Antioquia (vv. 22-29) Esta página dos Atos nos é muito apropriada, por termos vindo aqui para uma reunião eclesial. Os chefes da Igreja discutem e se defrontam, sempre porém em atitude de religiosa escuta da Palavra de Cristo no Espírito Santo. Por isso, no final podem afirmar: «Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós ...» (At 15,28).


Este é o “método” com o qual nós agimos na Igreja, tanto nas pequenas como nas grandes assembléias. Não é uma simples questão de procedimento; é o resultado da mesma natureza da Igreja, mistério de comunhão com Cristo no Espírito Santo.


O Novo Testamento apresenta-nos a Cristo como missionário do Pai. Especialmente no Evangelho de São João, Jesus fala de si tantas vezes a propósito do Pai que O enviou ao mundo. Da mesma forma, também no texto de hoje. Jesus diz: « A palavra que tendes ouvido não é minha, mas sim do Pai que me enviou» (Jo 14,24). Neste momento, queridos amigos, somos convidados a fixar nosso olhar n’Ele, porque a missão da Igreja subsiste somente em quanto prolongação daquela de Cristo: «Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós» (Jo 20,21).


A vós também, que representais a Igreja na América Latina, tenho a alegria entregar de novo idealmente a minha Encíclica Deus caritas est, com a qual quis indicar a todos o que é essencial na mensagem cristã. A Igreja se sente discípula e missionária desse Amor : missionária somente enquanto discípula, isto é capaz de deixar-se sempre atrair, com renovado enlevo, por Deus que nos amou e nos ama por primeiro (1Jo 4,10).

A Igreja não faz proselitismo. Ela cresce muito mais por “atração”: como Cristo “atrai todos a si” com a força do seu amor, que culminou no sacrifício da Cruz, assim a Igreja cumpre a sua missão na medida em que, associada a Cristo, cumpre a sua obra conformando-se em espírito e concretamente com a caridade do seu Senhor.

Uma Igreja inteiramente animada e mobilizada pela caridade de Cristo, Cordeiro imolado por amor, é a imagem histórica da Jerusalém celeste, antecipação da Cidade santa, resplandecente da glória de Deus. Ela emana uma força missionária irresistível, que é a força da santidade. A Virgem Maria alcance para a América Latina e no Caribe ser abundantemente revestida da força do alto (cf. Lc 24,49) para irradiar no Continente e em todo o mundo a santidade de Cristo. A Ele seja dada glória, com o Pai e o Espírito Santo, nos séculos dos séculos. Amém.






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21:45.
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Natural de Recife-Pe

"Cristão é meu nome e Católico é meu sobrenome. Um me designa, enquanto o outro me especifica.Um me distingue, o outro me designa. É por este sobrenome que nosso povo é distinguido dos que são chamados heréticos." (São Paciano de Barcelona, Carta a Sympronian, 375 D.C.)

"Hoje, o que os outros pensam de mim muito pouco me importa [a não ser que sejam pessoas que me amam], porque a minha salvação não depende do que os outros pensam de mim, mas do que Deus sabe a meu respeito".




Minha irmã...
ღஐºSaudade é o amor que fica!ღஐº

"O tempo não pára! A saudade é que faz as coisas pararem no tempo"...

"Duas pessoas que se amam não podem deixar de se encontrar e, pelo mesmo motivo, não podem ser separadas.
Uma  torna a outra 'eterna'
por amor."


Fotos de Valda







"O crucifixo é antes de tudo o sinal distintivo da única e verdadeira religião, a CATÓLICA, depois vem o resto".


"O católico que escolhe seus dogmas e seus mandamentos não é católico, é protestante." (Gustavo Corção)


"Os inimigos do Brasil querem que você se omita.
Mostre-lhes que eles estão enganados e que você está alerta.
O Brasil é, e continuará a ser Terra de Santa Cruz"!


"O PL 122 é uma aberração jurídica, viola a liberdade religiosa e cria uma categoria de indivíduos especiais. Esse Projeto é inconstitucional, ilegítimo e heterofóbico"!

“Olha, eu acho que tem que haver a descriminalização do aborto. Hoje, no Brasil, isso é um absurdo que não haja a descriminalização.” Em sabatina à Folha de S. Paulo - 4 de outubro de 2007. "Eu acho que, o aborto, do ponto de vista de um governo, é uma questão não é de foro íntimo, é uma questão de saúde pública".


Salve meu selinho e
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    "A missão materna de Maria em favor dos homens de modo algum obscurece nem diminui a mediação única de Cristo; pelo contrário, até ostenta sua potência, pois todo o salutar influxo da bem-aventurada Virgem deriva dos superabundantes méritos de Cristo, estriba-se em sua mediação, dela depende inteiramente e dela aufere toda a sua força."
    "Com efeito, nenhuma criatura jamais pode ser equiparada ao Verbo encarnado e Redentor. Mas, da mesma forma que o sacerdócio de Cristo é participado de vários modos, seja pelos ministros, seja pelo povo fiel, e da mesma forma que a indivisa bondade de Deus é realmente difundida nas criaturas de modos diversos, assim também a única mediação do Redentor não exclui, antes suscita nas criaturas uma variegada cooperação que participa de uma única fonte."


    "Onde está Pedro, aí está a Igreja católica".
    (Santo Ambrósio)


    "Onde está a Igreja, aí está o Espírito de Deus"...
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    Em nenhum símbolo de Fé temos o atributo "Romana" designando a Igreja de Cristo, isso por que ser designado como Romana não é atributo da Igreja e sim uma referência a sua origem e sua Sé Primaz. Santa, Una, Católica e Apostólica são seus atributos, Romana é sua origem. A Igreja de Cristo nasceu no Império Romano, ganhou o mundo a partir de Roma, e em Roma foi estabelecida a Sé Primaz dessa Igreja, por isso, os cristãos do mundo inteiro devem estar em comunhão com a Sé Romana, onde repousa a Cátedra de Pedro, a Sé Apostólica.



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