terça-feira, 31 de maio de 2011
A Bíblia e o frei
Por Dom Antonio Augusto Dias Duarte
Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro
O conhecido dicionário Aurélio é muito claro quando diz que Frei é substantivo masculino, é forma suprimida de freire, é utilizado para distinguir de freira, que é um substantivo feminino, usado para designar religiosa, monja, madre, professora. A mesma clareza aparece quando diz que a Bíblia é o conjunto dos livros sagrados do Antigo e do Novo Testamento, de importância capital, pelo qual se tem predileção incomum, interpretado há 2.000 anos por todos que pretendem desvelar o sentido mais exato de suas palavras e dos personagens nele presentes.
A Bíblia e o frei é o título que encabeça este artigo sobre os juízos humanos acerca do homossexualismo e das uniões homoafetivas, mas não tem a mínima pretensão de responder a um outro artigo de um conhecido irmão religioso que goza de certo prestígio midiático.
Essas linhas querem ser respeitosas e tão claras quanto o Aurélio, tampouco querem ser acusativas daquele que se elevou à categoria de supremo e infalível hermeneuta da Bíblia em matéria de sexualidade humana. Acontece, porém, que os homens passam, mas a Bíblia persiste e ilumina as várias gerações da humanidade, especialmente quando na sua história surgem questões tão complexas e difíceis, como são a homossexualidade e a homoafetividade, especialmente se forem consideradas dentro da visão exclusivamente hermenêutica e pluralizadora.
A pessoa homossexual ou as pessoas que procuram viver uma união afetiva não podem ficar presas só a um parecer jurídico, nem tampouco só a um processo legislativo, menos ainda só a uma problemática social de violência e discriminação. Nem sentenças de tribunais, nem projetos de lei que tramitam nos parlamentos, nem sequer a vitimização levantada a respeito dessas pessoas, entram num âmbito bíblico mais amplo e real tão próprio daquelas igrejas cristãs e da Igreja Católica quando elas defendem com amor e justiça as pessoas com essas tendências.
A Bíblia na sua mensagem essencial e transcendental revela-nos Deus no âmbito íntimo do mistério trinitário, no espaço delimitado da sua Encarnação histórica e na sua dimensão salvadora do homem concreto. Quando se parte dessa Verdade, e não das minúsculas e estreitas considerações de alguns ‘donos da verdade’, chega-se ao conhecimento profundo da pessoa humana, misteriosa na sua humanidade e encarnada no tempo e no espaço, revelando-nos em Deus o seu valor absoluto e a sua dignidade inviolável e inefável.
A Bíblia dá um enorme passo quando nos conduz ao ponto central de todas as complexas e difíceis perguntas acerca do ser humano. Quem é o homem? Para onde dirige sua vida? Por quê da sua realidade histórica-moral? Como deve ser considerado e julgada a sexualidade humana?
Todos esses questionamentos permanecem na superfície externa das culturas e das análises interpretativas de freis e freiras, de juízes e juízas, de padres e políticos, das próprias pessoas envolvidas nas decisões afetivas, quando não há a devida profundidade na revelação bíblica sobre quem é o homem, quem é a mulher, na única, fundamental e inequívoca verdade: “Deus disse: façamos o ser humano à nossa imagem e segundo a nossa semelhança (...). Deus criou o ser humano à sua imagem, à imagem de Deus os criou. Homem e mulher Ele os criou” (Gen. I, 25-27).
Aqui não há hermenêutica, nem singularizadora nem pluralizadora! Aqui há verdade! Aqui há imagem digna de ser reconhecida e respeitada! Aqui há identidade sublime! O que vem depois a essa revelação, isto é, os fatores biológicos, raciais, étnicos, sexuais, culturais, etc., só podem ser considerados a favor do bem das pessoas se as interpretações “politicamente corretas” forem desmascaradas e descartadas.
Em primeiro lugar, é politicamente inexato dizer que as pessoas nascem assim, pré-determinadas a uma biologia ou sujeitas necessariamente a uma definição cultural sobre a sua raça ou sobre o seu sexo. Todas as pessoas são concebidas, nascem e crescem, desenvolvem-se e escolhem novos caminhos, sempre com liberdade de quererem viver de acordo com essa intrínseca dignidade. Cabem a elas, somente a elas, e não a “pretensos hermeneutas”, darem contas a seu Criador e Redentor das suas decisões, dos seus acertos e dos seus possíveis pecados e erros na vida.
Em segundo lugar é hermeneuticamente correto dizer que a Bíblia deve ter no nosso mundo cultural e teológico o reconhecimento de seu valor divino e sagrado, bem como ser lida nos seus diversos livros, respeitando as regras hermenêuticas que permitem a autêntica interpretação literal e espiritual das suas sentenças e dos seus ensinamentos divinos.
A Bíblia é e será sempre a Palavra de Deus, palavra que revela o Criador do Céu e da Terra, a identidade divina e humana de Jesus Cristo, Redentor e, como complemento essa mesma Palavra ilumina os autênticos valores antropológicos e filosóficos que sempre, em qualquer época e cultura, influenciam positivamente a história da humanidade.
Ainda há tempo – se alguns freis, alguns ministros de tribunais, alguns políticos, alguns padres e alguns pastores permitirem –, de recuperar plenamente o sentido da Bíblia como o grande código de vida para as culturas, incluindo aqui também a cultura gay, para pensar e direcionar melhor todas as considerações sobre a homossexualidade.
Se isso, de fato, acontecer na cultura brasileira haverá mais espaço para Deus, para que sobressaia o rosto e a voz de seu Filho, Jesus Cristo e, consequentemente, haverá mais espaço para o rosto do ser humano destacar-se no meio de todas as suas maravilhas, dos seus desvios e das suas limitações.
Enquanto as ideologias existirem como um pacote que se deve aceitar e assumir em nível de militância na sua totalidade programática, o que em bom português significa “pegar ou largar” as idéias em lote, a Bíblia sempre existirá para que cada pessoa, com suas particularidades e com sua história singular, reconheça-se e valorize-se como criatura de Deus e como filha no Filho Eterno do Pai por obra do Espírito Santo, a fim de que responda à vocação do amor e da comunhão nela inscrita e aceite a própria identidade sexual e a viva na sua especificidade e na sua complementaridade.
Desde essa dignidade natural e sobrenatural compreende-se muito bem que as pessoas com tendências homossexuais chamadas à castidade pela via do autodomínio, da educação da afetividade e da liberdade interior e com o apoio de uma amizade desinteressada, além da graça sacramental, possam e devam se aproximar com confiança da perfeição cristã (cf. Catecismo da Igreja católica, n. 2359).
ZENIT - RIO DE JANEIRO, domingo, 29 de maio de 2011
Marcadores: Bíblia, Bispo, Catecismo, CNBB. Igreja, Homossexualismo
Escrito por
14:15.

quinta-feira, 19 de maio de 2011
Verdade seja dita
Nada deveria nos surpreender neste mundo de meu Deus. Todos os dias somos bombardeados com notícias cada vez mais escabrosas. Mas como não nos indignarmos com tanta desfaçatez, iniquidades, atrocidades...?
Filhos não respeitam mais os pais. Pais não cuidam mais dos seus filhos como deveriam. Crianças são maltratadas e até mortas por quem deveriam protegê-las. O estado, por sua vez, quer interferir na vida das familias que querem educar seus filhos com disciplina.
Jovens estão matando e, sendo mortos, por motivos banais. Mulheres são assassinadas todos os dias, os índices da violência contra elas são altíssimos. Não se respeitam mais os idosos, que, por sua vez, também são vítimas da violência.
Com tudo isso; com o mundo desabando sobre as nossas cabeças, o governo só está interessado com a causa gay. É o maior militante dela. Este governo nefando já publicou um decreto onde institui e patrocina diretamente, com o dinheiro público, um grande evento homossexual em Brasília:
Diário Oficial da União Nº 95, quinta-feira, 19 de maio de 2011 ISSN 1677-7042 7
II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - LGBT.
Quando o governo federal se preocupou tanto, como se preocupa com os LGBT, para "avaliar e propor as diretrizes para a implementação de políticas públicas voltadas ao combate", à violência impingidas às mulheres, aos jovens, às crianças e aos idosos?
Nunca, na história deste país, houve dois governos tão abjetos, tão sujos quanto estes do PT.
-O-
Manifestação anti-PLC 122 em 1 de junho de 2011, por Júlio Severo
"Silas Malafaia, em seu programa de TV, convocou a população para se manifestar contra o PLC 122 em 1 de junho de 2011 em Brasília.
É dever de todo cristão apoiar essa iniciativa.
Ainda que você discorde de Malafaia doutrinariamente, o evento não tem caráter doutrinário. É a defesa de podermos falar contra o pecado sem ameaça de prisão.
Se os amantes da sodomia têm liberdade de proclamar a sodomia em todos os lugares da sociedade, inclusive para nossos filhos na escola, por que tirar nosso direito de discordar?
Se os amantes da sodomia estão recebendo apoio estatal para impor a sodomia sobre o Brasil, por que tirar nossa liberdade de rejeitar tais imposições"?
Marcadores: PLC 122, Sodomia
Escrito por
22:28.

domingo, 15 de maio de 2011
A posição da Igreja é contrária à posição da Igreja [?]
Sempre houve, aliás. Não é de hoje que os inimigos da Igreja (infiltrados até mesmo dentro d’Ela mesma) esforçam-se por minar o efeito salutar da pureza da Doutrina Evangélica. Não é de hoje que Satanás estende as suas garras sobre a obra de Deus e esforça-se por lançar joio no campo do Senhor. Não é novidade, mas cumpre dar-lhe resposta. Para que os maus não triunfem por simples ausência dos bons. Para que a desproporção externa entre a iniqüidade e o Evangelho não termine por dar legitimidade àquela, ou por confundir ambas as coisas. Importa falar as coisas claramente, como elas são, da maneira como nos foi transmitido e que nós não temos, absolutamente, autorização para alterar. A despeito do que façam alguns carmelitas que envergonham Santa Teresa e São João da Cruz.
Nunca é demais repetir: o Catecismo da Igreja Católica nos ensina, com todas as letras, que “a tradição sempre declarou que ‘os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados’. São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados” (CIC 2357). Cabe ainda uma vez repetir, em letras garrafais, antes que não o possamos mais fazer sem que sejamos acusados de “homofobia”:
“Depravações graves”
“Intrinsecamente desordenados”
“Em caso algum podem ser aprovados”
Não há espaço para tergiversar aqui. Não há como sofismar. Não há como negar a clareza evidente deste ensinamento da Igreja Católica. Com que autoridade, então, vem o frei Gilvander Moreira dizer que Deus “não discrimina e nem pune ninguém por opção ou orientação sexual”? Com certeza este ‘deus’ do frei Gilvander é muito diferente do Deus de Abraão, do Deus revelado em Jesus Cristo e apresentado pela Igreja!
4. Não existe nenhum fundamento para equiparar ou estabelecer analogias, mesmo remotas, entre as uniões homossexuais e o plano de Deus sobre o matrimônio e a família. O matrimônio é santo, ao passo que as relações homossexuais estão em contraste com a lei moral natural. Os atos homossexuais, de fato, « fecham o ato sexual ao dom da vida. Não são frutos de uma verdadeira complementaridade afetiva e sexual. Não se podem, de maneira nenhuma, aprovar ».
[...]
[5.] Em presença do reconhecimento legal das uniões homossexuais ou da equiparação legal das mesmas ao matrimônio, com acesso aos direitos próprios deste último, é um dever opor-se-lhe de modo claro e incisivo. Há que abster-se de qualquer forma de cooperação formal na promulgação ou aplicação de leis tão gravemente injustas e, na medida do possível, abster-se também da cooperação material no plano da aplicação. Nesta matéria, cada qual pode reivindicar o direito à objeção de consciência.
[...]
[8.] Em defesa da legalização das uniões homossexuais não se pode invocar o princípio do respeito e da não discriminação de quem quer que seja. Uma distinção entre pessoas ou a negação de um reconhecimento ou de uma prestação social só são inaceitáveis quando contrárias à justiça. Não atribuir o estatuto social e jurídico de matrimônio a formas de vida que não são nem podem ser matrimoniais, não é contra a justiça; antes, é uma sua exigência.
Este é o ensino da Igreja Católica. O resto, são disparates dos inimigos d’Ela.
A patrulha ideológica da Gaystapo – contando com a anuência até mesmo de alguns membros do clero – está privando os homossexuais, que são filhos de Deus chamados à santidade, de conhecimentos básicos sobre os meios que eles precisam empregar para atingirem o fim último para o qual foram criados. É preciso deixar claro que existe pecado sim, e que Deus, que é Suma Justiça, pune sim os pecados e, portanto, converter-se e mudar de vida é uma necessidade sim. Não é outro o discurso da Igreja ao longo dos últimos dois mil anos, a despeito dos inimigos d’Ela que sempre A combateram por causa disso. Esta é a missão da Igreja, à qual Ela não pode renunciar. Se não for para desempenhar zelosamente o papel confiado pela Igreja de Cristo, melhor não se arrogar sacerdote.
Por fim, causa perplexidade a atitude calhorda d’O Globo de colocar uma enquete perguntando se
“a posição da Igreja [Católica] sobre a união estável de casais gays (sic) vai contra os próprios ensinamentos dela”. À margem de tudo o que foi aqui exposto, existe alguém que possa em consciência responder “sim” a esta pergunta? No entanto, neste momento, 58.87% dos votantes disseram que
sim, a posição da Igreja sobre a união estável de duplas de sodomitas vai contra os ensinamentos d’Ela! Ora,
que ensinamentos? Acaso os ensinamentos da Igreja são outros diferentes… daqueles que Ela própria ensina?!
A ignorância do povo é tremenda. O patrulhamento ideológico faz com que a Doutrina da Igreja seja desconhecida até por aqueles que afirmam conhecer a própria Doutrina da Igreja. E, enquanto isso, o povo de Deus se perde por ignorância. Que nos esforcemos para dissipar as nuvens de confusão produzidas pelos inimigos de Cristo. Que a Doutrina Católica possa ser, se não aceita, ao menos conhecida em Sua pureza e integridade. Que Nossa Senhora de Fátima interceda por nós.
Marcadores: CNBB, Homossexuais, Igreja, STF
Escrito por
22:06.

sábado, 14 de maio de 2011
Nota da CNBB contra a “união homoafetiva” do STF
Nós, Bispos do Brasil em Assembleia Geral, nos dias 4 a 13 de maio, reunidos na casa da nossa Mãe, Nossa Senhora Aparecida, dirigimo-nos a todos os fiéis e pessoas de boa vontade para reafirmar o princípio da instituição familiar e esclarecer a respeito da união estável entre pessoas do mesmo sexo. Saudamos todas as famílias do nosso País e as encorajamos a viver fiel e alegremente a sua missão. Tão grande é a importância da família, que toda a sociedade tem nela a sua base vital. Por isso é possível fazer do mundo uma grande família.
A diferença sexual é originária e não mero produto de uma opção cultural. O matrimônio natural entre o homem e a mulher bem como a família monogâmica constituem um princípio fundamental do Direito Natural. As Sagradas Escrituras, por sua vez, revelam que Deus criou o homem e a mulher à sua imagem e semelhança e os destinou a ser uma só carne (cf. Gn 1,27; 2,24). Assim, a família é o âmbito adequado para a plena realização humana, o desenvolvimento das diversas gerações e constitui o maior bem das pessoas.
As pessoas que sentem atração sexual exclusiva ou predominante pelo mesmo sexo são merecedoras de respeito e consideração. Repudiamos todo tipo de discriminação e violência que fere sua dignidade de pessoa humana (cf. Catecismo da Igreja Católica, nn. 2357-2358).
As uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo recebem agora em nosso País reconhecimento do Estado. Tais uniões não podem ser equiparadas à família, que se fundamenta no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e educação dos filhos. Equiparar as uniões entre pessoas do mesmo sexo à família descaracteriza a sua identidade e ameaça a estabilidade da mesma. É um fato real que a família é um recurso humano e social incomparável, além de ser também uma grande benfeitora da humanidade. Ela favorece a integração de todas as gerações, dá amparo aos doentes e idosos, socorre os desempregados e pessoas portadoras de deficiência. Portanto têm o direito de ser valorizada e protegida pelo Estado.
É atribuição do Congresso Nacional propor e votar leis, cabendo ao governo garanti-las. Preocupa-nos ver os poderes constituídos ultrapassarem os limites de sua competência, como aconteceu com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal. Não é a primeira vez que no Brasil acontecem conflitos dessa natureza que comprometem a ética na política.
A instituição familiar corresponde ao desígnio de Deus e é tão fundamental para a pessoa que o Senhor elevou o Matrimônio à dignidade de Sacramento. Assim, motivados pelo Documento de Aparecida, propomo-nos a renovar o nosso empenho por uma Pastoral Familiar intensa e vigorosa.
Jesus Cristo Ressuscitado, fonte de Vida e Senhor da história, que nasceu, cresceu e viveu na Sagrada Família de Nazaré, pela intercessão da Virgem Maria e de São José, seu esposo, ilumine o povo brasileiro e seus governantes no compromisso pela promoção e defesa da família.
Aparecida (SP), 11 de maio de 2011
Dom Geraldo Lyrio Rocha
Presidente da CNBB
Arcebispo de Mariana – MG
Dom Luiz Soares Vieira
Vice Presidente da CNBB
Arcebispo de Manaus – AM
Dom Dimas Lara Barbosa
Secretário Geral da CNBB
Arcebispo nomeado para Campo Grande - MS
Marcadores: "União homoafetiva", CNBB, STF
Escrito por
00:06.

sexta-feira, 13 de maio de 2011
Sinais vindo dos céus
Olhar para as nuvens e descobrir formas diversas, parece ser um hábito muito comum. Podemos ver qualquer coisa que nossa imaginação sugerir. Há formações de nuvens que sugerem determinadas formas que não necessitam de muito esforço para indentificá-las com alguma coisa.
Podemos ver ainda formas tão peculiares, que muitas vezes acreditamos que possa ser um sinal vindo dos céus. Tudo é possível quando damos asas à nossa imaginação. Mas daí provar que seja mesmo um sinal, vai uma grande distância.
Em se tratando de sinais vindo dos céus, há que se ter muito cuidado quando nos deparamos com alguma imagem ou forma que vemos, seja ela nas nuvens, em vidros ou até mesmo em imagens sacras. Tem muita gente inescrupulosa que se aproveita de determinados eventos naturais, como nuvens, por exemplo, para afirmar que elas trazem alguma mensagem. Mensagens essas vindas, muitas vezes, de Nossa Senhora. Cuidado, muito cuidado! Principalmente com os picaretas da fé. Esses, quando querem, veem tudo e ainda levam os incautos a acreditarem neles. Até um simples raio de sol que incide sobre um objeto é motivo para fazer crer que os céus está enviando uma mensagem para o iluminado.
Marcadores: Céu, Nuvens
Escrito por
23:14.

domingo, 8 de maio de 2011
Mãe é sempre mãe!
Falar de mãe parece fácil, mas não tem palavras que possa exprimir o verdadeiro significado do que seja o amor de mãe. Mãe, um ser incomparável. Amado e cantado em verso e em prosa. Sinônimo de Amor. Existem tantas definições para definir o que é ser mãe, que não caberia em nenhum compêndio. Mas nós, como filhos, devemos exaltá-la sempre! Não que ela seja sempre um poço de virtudes, não! Mas Mãe é sempre Mãe e ponto final!
Embora tenha-se dado destaque nos noticiários a respeito de mães que abandonam seus filhos nas lixeiras; de crianças que são abandonadas à própria sorte, não cabe a ninguém julgá-las, a não ser Deus, e a Justiça dos homens que tem competência para tal. Fora isso, não sabemos o que se passa na cabeça de uma pessoa para tomar medidas tão extremas contra um ser indefeso.
No mais, só cabe aos filhos respeitar as suas mães e prestar-lhes as honras que lhes são devidas, porque, como diz no Eclesiástico: "Quem respeita a sua mãe é como alguém que ajunta tesouros." Por outro lado, o mesmo Eclesiástico diz "como é amaldiçoado por Deus aquele que irrita sua mãe!".
No livro dos Provérbios diz que "o filho insensato é a trizteza de sua mãe." Podemos ver essa verdade na vida de muitas famílias. Quando os filhos se mostram rebeldes e insensatos, as mães sofrem mais do que qualquer outra pessoa. Portanto, É impossível servir a Deus aceitavelmente enquanto se renega a mãe!
"Uma vez que uma mulher se torna mãe, ela será sempre mãe, tenha ou não nascido o seu filho. O filho morto fará parte da sua vida por mais longa que ela seja".
Marcadores: Mãe
Escrito por
01:50.
