segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Absurdo!!!

Clique nas imagens para ampliá-lasOlá Senhores(as),
Essa afronta e contaminação contra nossas crianças e jovens é digna da mais ardente, implacável e legítima revolta por parte de todos nós.
"Se na rua ou na praça ouves alguém que blasfema contra Deus, vai a ele, increpa-o; e se é necessário, não duvides em golpeá-Lo. Dá-lhe uma bofetada no rosto, fere-lhe a boca, santifica tua mão com tal pancada...; e se com isto arrostas a morte, feliz é a tua sorte". (São João Crisóstomo)
Recentemente foi lançada, para distribuição gratuita, uma coleção de livros denominada Projeto Bem Me Quer. www.projetobemmequer.org.br. São historinhas para crianças. Serão distribuídas nas escolas públicas - gratuitamente. Foram financiadas por um recentemente criado Instituto dos Direitos da Criança e do Adolescente, Banco Itaú, Unesco e Universidade de Brasília entre outros. Os livros visam "acabar" com preconceitos desde a tenra infância. Com exceção de dois, todos promovem ateísmo e homossexualismo explicitamente. Se você conhece professores católicos de escolas públicas, pais de crianças em escolas públicas, padres, cujas atitudes reflitam fielmente Jesus, etc, informem sobre isto. E vamos também rezar, o mal avança de forma tsunâmica... Nas duas páginas, postadas nas imagens acima, há uma amostra do texto onde um menino monologa. Em uma delas o texto demonstra uma ação direta contra o termo pecado e faz uma comparação grotesca entre um par de lésbicas e um casal hétero. É Claro, que no texto, o par de lésbicas dá o melhor exemplo do que o casal hétero cristão.
Isso é um absurdo!!!Texto enviado por e-mail, pela minha amiga Lilian Cipriano, pessoa encantadora que conheci há pouco tempo, mas que já aprendi a admirar. Ela tem todo o meu apreço. Marcadores: Crianças, Educação, Padres, Pais
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21:49.

terça-feira, 19 de maio de 2009
Limites
"Agora são os pais que têm que agradar a seus filhos para “ganhá-los” e não o inverso como no passado".
As primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos, os erros de seus progenitores e, com o esforço de abolir os abusos do passado, são os pais mais dedicados e compreensivos; mas, por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história.
O mais grave é que estão lidando com crianças mais “espertas” do que eles, mais ousadas e mais “poderosas” que nunca! Parece que, nessa tentativa de serem os pais que queriam ser, passam de um extremo ao outro.
Assim, são a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos. Os últimos que tiveram medo dos pais e os primeiros que temem os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais. E os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos. E o que é pior, os últimos que respeitaram os pais e os primeiros que aceitam que os filhos lhes faltem com o respeito.
À medida que o permissível substituiu a autoridade, os termos das relações familiares mudaram de forma radical para o bem e para o mal.
Com efeito, antes se considerava um bom pai, aquele cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens, e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais, e veneravam seus pais.
Mas, na medida em que as fronteiras hierárquicas entre os pais e os filhos foram se desvanecendo, hoje os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco os respeitem.
E são os filhos, quem agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver e, que além disso, os patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer; os papéis se inverteram. Agora são os pais que têm que agradar a seus filhos para “ganhá-los” e não o inverso como no passado. Isto explica o esforço que fazem tantos pais para serem os melhores amigos e “darem tudo” a seus filhos.
Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao os verem tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que, durante a infância, os pais estão à frente de suas vidas como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podem conter. E de guiá-los, enquanto não sabem para onde vão.
É assim que evitarão que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece estar à deriva, sem parâmetros nem destino.
Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca. Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirão confiar em nossas idoneidades para governarem suas vidas enquanto forem menores, porque irão à frente liderando-os e não atrás, carregando-os e rendidos às suas vontades.
Os limites abrigam o indivíduo com amor ilimitado e profundo respeito.
Mensagem recebida por e-mail, com algumas adaptações.
Marcadores: Educação, Filhos, Limites, Pais
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21:08.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008
A Turma do Fom-fom

Diferente dos mais afortunados, - economicamente falando, claro - eu e uma grande parte da população desta cidade, anda de ônibus. Pelo fato de estarmos sempre neles vivemos nesse frenesi constante de sobe-e-desce. Por isso mesmo estamos sempre nas ruas, e elas são o termômetro de como uma cidade funciona de fato. Nela vemos de tudo: trânsito caótico, pessoas marginalizadas, pessoas que carregam dentro de si suas histórias, seus medos, suas angústias, enfim, todos os tipos que uma cidade grande comporta.
Muitas passam despercebidas; outras fazem questão de serem notadas. Não raro vemos que algumas, para chamar a atenção, fazem coisas interessantes nos sinais para ganharem um trocado, outras vendem seus produtos na esperança de obter com o suor do seu rosto o pão de cada dia; e ainda outras que gritam cada vez mais alto na tentativa de chamar a atenção dos transeuntes e passageiros. Dentre esses estão
os crentes que
pregam a salvação, mas a fé e a verdade desses homens e mulheres não mudam a rotina da cidade, simplesmente porque não mudam a si mesmos.
Gritam com gestos que dramatizam o texto bíblico, mas suas pregações tornam as ruas mais desencantadas e sem vida, porque conseguem mais incomodar, que evangelizar.
Com temperamentos diversos e mentes indóceis à ação da graça, dão de Jesus um idéia segundo a própria imagem e semelhança, e o mundo que o vê e observa, deduz pelos dados que possue, que a religião, por exemplo, entorta o pescoço das pessoas mas não a vontade em suas raízes mais profundas, porque aquele cristão, que se diz discípulo de Cristo, sendo ainda ele que vive em si mesmo e não Cristo, lança uma sombra que obscurece, em sua pessoa, a religião por ele professada.
Mas nem tudo é triste nas ruas da cidade. Um palhaço, ou uma turma deles, nos diverte muito com seus gestos e brincadeiras porque transmitem alegria e esperança, extraindo sorrisos até dos mais sisudos e mal-humorados. Nesta capital deveria haver menos
crentes chatos e mais palhaços. Eles sim conseguem trazer mais vida às cidades.
O Detran-Pe e o Governo do Estado tiveram uma idéia genial para tornar o trânsito menos caótico e a cidade mais colorida: criaram a Turma do Fom-Fom. O Detran sabe que a educação é a chave para fazer das ruas um lugar mais seguro, por isso desenvolveu campanhas de conscientização e educação no trânsito nas principais épocas do ano, buscando conscientizar a conduta de cada cidadão como fator essencial para se construir um trânsito melhor e mais humano. Essa Turma tem um papel prepoderante no contexto da cidade.
Os crentes deveriam espelhar-se na Turma do Fom-Fom para tornar a cidade ainda mais alegre. Essa turma, apesar das brincadeiras, tem como objetivo principal educar e conscientizar a população para que as ruas se tornem um espaço de convivência pacífica. Embora sua principal função seja a educação no trânsito, não deixa de dar sua contribuição social, fazendo da cidade um lugar mais aprazível de se viver. Crentes: mirem-se no exemplo da Turma do Fom-fom.
Marcadores: Crentes, Educação
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02:11.
