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Nada mais contraditório do que ser mulher.
Mulher que pensa com o coração, age pela emoção e vence pelo amor.
Que vive milhões de emoções num só dia e transmite cada uma delas, num único olhar.
Que cobra de si a perfeição e vive arrumando desculpas para os erros daqueles a quem ama.
Que hospeda no ventre outras almas, da a luz e depois fica cega, diante da beleza dos filhos que gerou.
Que dá as asas, ensina a voar mas não quer ver partir os pássaros, mesmo sabendo que eles não lhe pertencem.
Que se enfeita toda e perfuma o leito, ainda que seu amor nem perceba mais tais detalhes.
Que como uma feiticeira transforma em luz e sorriso as dores que sente na alma, só pra ninguém notar.
E ainda tem que ser forte, pra dar os ombros para quem neles precise chorar.
Feliz do homem que por um dia souber entender a alma da mulher!
O Talmud Hebraico é um livro onde se encontram condensados todos os depoimentos, ditados e frases pronunciadas pelos Rabinos através dos tempos. Tem um que termina dizendo o seguinte: " cuida-te muito em fazer chorar uma mulher, pois Deus conta as suas lágrimas. A mulher foi feita da costela do homem, não dos pés para ser pisoteada, nem da cabeça para ser superior, senão do lado para ser igual.... debaixo do braço para ser protegida e do lado do coração para ser amada"
Algumas confissões assumiram denominação própria, mas quem é católico não é mais do que católico. E olha que ser católico não é pouca coisa. Quando alguém bate no peito e diz, cheio de convicção, “sou católico!”, pode ter certeza de que ali está uma pessoa que é, verdadeiramente, de Deus.
Por outro lado, uma pessoa que se diz católica e não tem compromisso com a sua Igreja, acabará sendo fisgada por outras confissões que, ao contrário da Igreja Católica, buscam apenas quantidade e fecham os olhos para a qualidade do que é exibido. Com Bento XVI, a Igreja firmou posição contra o relativismo e fez outra opção preferencial, além da já existente pelos pobres: a pela qualidade. A barca de Pedro não precisa estar superlotada. Nela deve haver espaço para quem, efetivamente, ama e compreende a Igreja.
Católicos de estatística, não-praticantes e donos de uma consciência laica encontrarão doce acolhida na barca, mas não espaço, nesta hora em que o mundo e suas idéias parecem querer suplantar a Verdade.
Católico de verdade é o que sabe ser tolerante com amigos e família para, num processo de mútua aceitação, descobrir novos mundos. É também o que se prepara para a Eucaristia e, acima de tudo, faz o bem, em nome do Senhor.
(Trechos do texto de João Carlos Pereira, professor e jornalista)
Jesus voltou para o Pai, porém não nos deixando órfãos. Cumprindo com mais uma de suas promessas, de estar conosco até o fim dos tempos, deixa-nos o Espírito Santo, que veio ao mundo para dar continuidade à igreja fundada por Ele.
E assim foi feito, conforme os evangelhos: os discípulos estavam reunidos quando Jesus apareceu a eles dizendo: “A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim envio-vos eu. Depois destas palavras soprou sobre eles e disse: Recebei o Espírito Santo.” A partir daquele momento a Igreja seguiu sua caminhada até hoje guiada pelo Espírito Santo, e nós, como discípulos do mesmo Jesus, temos a responsabilidade de dar continuidade a esta Igreja que não tem apenas o papa, bispos e sacerdotes como responsáveis, mas também nós como os co-responsáveis. Devemos dar o nosso testemunho por onde passarmos para que a Igreja continue unida através do mesmo Espírito.
É interessante notar nas pessoas que foram diretamente tocadas pelo Espírito Santo atitudes que nos impressionam, e o exemplo maior foi o de Maria, quando recitou o famoso Magnificat, cheia do Espírito Santo proferiu as seguintes palavras “de hoje em diante serei chamada de bem-aventurada”.
Todas as vezes que nos aproximamos do altar eucarístico, saímos cheios do Espírito Santo, mas nem sempre podemos dizer que somos bem-aventurados, o que já seria demais, pois Maria foi e continuará sendo uma pessoa totalmente diferente de todos nós. É muita pretensão pensarmos, mas temos algo em comum: ela foi escolhida para mãe do filho de Deus e nós fomos escolhidos para sermos seus filhos, mesmo assim, nem sempre ousamos dizer “Pai nosso...”
Precisamos nos conscientizar e definir em nossa mentes se “somos igreja ou pertencemos à igreja”. Não é uma pergunta simples de ser respondida, pois ser igreja representa comprometimento. Comprometimento com o quê, com quem, quando e onde? É muita responsabilidade ser cristão verdadeiro, mesmo cheios do Espírito Santo após a Eucaristia precisamos de um grande dom que Deus nos dá: o amor, a caridade. Sim, com ele teremos a força que precisamos para lutar por um mundo melhor e é esse mesmo amor para com o próximo que nos vai mostrar o que, a quem, quando e onde seremos igrejas vivas e caminhantes. Cheios do Espírito Santo podemos dizer não às drogas, ao aborto, podemos dizer sim aos pobres aos pequenos abandonados e excluídos. Isto é ser igreja.
Foi para isso que Jesus deixou o Espírito Santo, para que possamos assumir nosso papel diante de um mundo cheio de misérias, de uma sociedade corrompida, dos poderes constituídos cada vez mais afastados de seus papéis para os quais foram delegados. Além de nossas ações, resta-nos pedir: “Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do Vosso amor. Enviai, Senhor, o Vosso Espírito, e tudo será criado, e renovareis a face da terra.”
Adriano Brito, é leigo católico.
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O mês de junho é marcado por fogueiras, danças, comidas típicas e muitas bandeirinhas em todo o país, apesar das peculiaridades e características próprias de cada região brasileira.
A tradição de festejar o dia de São João veio de Portugal.
As comemorações se iniciam no dia 12/06, véspera do Dia de Santo Antônio e terminam no dia 29, dia de São Pedro. O auge da festa acontece entre os dias 23 e 24, o Dia de São João propriamente dito.
A quadrilha é uma dança francesa que surgiu no final do século XVIII e tem suas raízes nas antigas contradanças inglesas. Ela foi trazida ao Brasil no início do século XIX, passando a ser dançada nos salões da corte e da aristocracia.
Com o passar do tempo, a quadrilha passou a integrar o repertório de cantores e compositores brasileiros e tornou-se uma dança de caráter popular.
No Nordeste, as Festas Juninas são um evento tão grande quanto o Carnaval. A festa de Campina Grande, na Paraíba, atrai milhares de pessoas e disputa com Caruaru, em Pernambuco, o título de maior São João do Mundo!!!
Divirta-se nessa grande festa do nosso folclore com a famíla e amigos. Você vai curtir muito.
A verdadeira história da origem dos festejos juninos vem de muito tempo atrás.
Contam que Nossa Senhora e Santa Isabel eram muito
amigas. Por esse motivo, costumavam visitar-se com freqüência, afinal de
contas, amigos de verdade costumam conversar bastante.
Um dia, Santa Isabel foi à casa de Nossa Senhora para contar uma novidade:
estava esperando um bebê ao qual ela daria o nome de João Batista. Ela
estava muito feliz por isso!
Mas naquele tempo, sem muitas opções de comunicação, Nossa Senhora queria
saber de que forma seria informada sobre o nascimento do pequeno João
Batista. Não havia correio, telefone, muito menos Internet e e-mails.
Sendo assim, Santa Isabel combinou que acenderia uma fogueira bem grande,
que pudesse ser vista à distância. Combinou com Nossa Senhora que mandariaerguer um grande mastro com uma boneca sobre ele.
O tempo passou e, do jeitinho que combinaram, Santa Isabel fez.
Lá de longe Nossa Senhora avistou o sinal de fumaça, logo depois viu as
labaredas que subiam e desciam. Ela sorriu e compreendeu a mensagem.
Foi visitar a amiga e a encontrou com um belo bebê nos braços. Era dia 24 de
junho.
Começou, assim, a ser festejado São João com mastro, fogueira e outras
coisas bonitas como: foguetes, danças e muito mais!
Os heróis de verdade trabalham para realizar seus projetos de vida e não para impressionar os outros. Sabem pedir desculpas e admitir o erro.
Roberto Shinyashiki, autor de “Heróis de verdade”.
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...Sem que um trabalho saia mal feito,
sem que uma amizade cause decepção,
sem padecer com alguma doença,
sem que um amor nos abandone,
sem que ninguém da família morra,
sem que a gente se engane em um negócio.
O importante não é o que acontece,
mas, como você reage.
Quando não perde a esperança, nem diminui a vontade, nem perde a fé.
Quando aceita a realidade e tem orgulho de vivê-la.
Quando aceita seu destino, mas tem garra para mudá-lo.
Quando aceita o que deixa para trás, construindo o que tem pela frente e planejando o que está por vir
Cresce quando abre caminho,
assimila experiências...
E semeia raízes….
Cresce quando se impõe metas,
Sem se importar com comentários, nem julgamentos quando dá exemplos, sem se importar com o desdém, quando você cumpre com seu trabalho..
sustentado por sua formação,
sensível por temperamento...
E humano por nascimento!
Cresce quando
enfrenta o inverno mesmo que perca as folhas,
colhe flores mesmo que tenham espinhos e
marca o caminho mesmo que se levante o pó.
Cresce quando
é capaz de lidar com
residuos de ilusões,
É capaz de perfumar-se com flores...
E se elevar por amor!
Cresce ajudando a seus semelhantes,
conhecendo a si mesmo e
Dando à vida, mais do que recebe.
E assim se cresce…..
O tempo passa para todos...
e um aniversário a mais não vai fazer tanta diferença para alguém tão especial como você.
Pense que é só mais uma velinha que se apaga no seu bolo,
porém, um ano a mais que se acende em sua vida!
Parabéns!
Desejo para você, toda a felicidade do mundo!
Feliz Aniversário!!!
Beijos da tua mana que muito te ama e te admira!!!
No dia 12, tambem aniversariaram dois cunhados meus: Gel e Tonho. A eles meus votos de Feliz Aniversário!
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O vaga-lume fugia rápido, com medo da feroz predadora, e a cobra nem pensava em desistir.
Fugiu um dia, e ela não desistia...
Dois dias, e nada...
No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e perguntou para a cobra:
- Posso lhe fazer três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar...
Pertenço a sua cadeia alimentar?
- Não!
- Eu lhe fiz algum mal?
- Não...
- Então por que quer acabar comigo?
- Porque não suporto ver você brilhar!!!
Infelizmente, entre os seres humanos também há os que não suportam ver alguém “brilhar”...
“Pense nisso e selecione as pessoas em quem confiar”!
Em 1942, com 15 anos, veio para o Recife. Matriculou-se no colégio Americano Batista e aí começou a escrever para o recém-inaugurado Teatro dos Estudantes de Pernambuco, sob a liderança de Hermilo Borba Filho, "grande figura do Estado", como ele qualifica. Em 1947 concluiu sua primeira peça, Uma Mulher Vestida de Sol, reescrita dez anos mais tarde e adaptada para a televisão.
Em 1950 formou-se pela Faculdade de Direito da capital pernambucana. Convidado, foi lecionar Estética na Faculdade de Filosofia da Universidade do Recife. Mas como sua vocação era o teatro, não teve dúvidas em assumir o cargo de diretor do Teatro Amador Sesiano do Recife e passou e escrever a coluna de crônica teatral do Diário de Pernambuco.
Escreveu depois outras peças e, em 1956, publicou o Auto da Compadecida, que se tornou um marco na história do teatro brasileiro. Quatro anos depois, estreava, também no Recife, A Pena e a Lei.
Alto, magro, desempenado, Ariano poderia ser personagem heróico de uma xilogravura dos cordelistas que tanto admira. Pai e avô, autor de romances, peças de teatro, poemas , balés e músicas é uma presença polêmica que ilumina o Brasil a partir do Nordeste. Que mais um artista poderia almejar ?
Á R E A C U L T U R A L
O escritor está convencido de que hoje, mais do que nunca, o alicerce cultural constitui o mais importante e a mais ameaçada estaca popular e quer ajudar a fixa-la com maior firmeza. Personagem heróico da própria obra, ele talvez seja o último grande artistas brasileiro obstinado em colar sua arte no país e não na indústria cultural. O casamento do mundo clássico com o universo sertanejo é seu Santo Graal um épico que pedia uma trilha sonora. Pois ele a criou nos anos 70, com a fundação do Quinteto Armorial que relê a trajetória ibérica da música nordestina e do qual saíram nomes como Antonio Nóbrega e do violinista Antonio José Madureira. Ele resgatou, divulgou e protegeu gravuristas e poetas fantásticos como Chico Sales Areda, J. Borges, Dila e Olegário.
Em conversas, Suassuna deixa transparecer suas marcantes características nordestinas, materializadas nos gestos abertos, na constante repetição do "não" e nos erres acentuadamente guturais. É considerado o principal defensor da cultura regional, dos produtos nacionais e das manifestações populares, como a literatura de cordel, o maracatu rural, o bumba-meu-boi.
Não vê risco de desaparecimento da cultura nordestina. "Essa questão depende da arte da qual se está falando. A literatura, ninguém ameaça. O que você pode fazer contra um escritor é matá-lo, como fizeram com Antônio José da Silva, dramaturgo do Brasil do século 18, que foi queimado vivo pela Inquisição. Aí está certo, ameaça, prejudica. Mas se deixar o escritor vivo, ninguém pode com ele, não."
Suassuna vê na chamada globalização uma ameaça à essência da cultura de cada país. "Veja bem, quando falo nisso, pensam que eu sou contra a globalização, porque sou contra a cultura universal; isso não existe, não. Eu sou contra a globalização porque é uma classificação pela média, pelo gosto médio, e isso é que eu sou contra."
B R A S I L
O Brasil – apesar de centenas de convites – nunca deixou. “Um dia, eu, como quase todo filho de família tradicional sertaneja, estava pronto para viajar ao exterior quando uns amigos disseram que era assim mesmo, para entender o Brasil, tinha que deixar o país e beber cultura lá fora. Me doeu aquilo, eu disse ‘Pois então não vou. E quem quiser falar comigo tem que vir aqui ao Nordeste”.
SUA O B R A
Em 1947 concluiu sua primeira peça, Uma Mulher Vestida de Sol, baseada na lenda de Mariquinha, personagem clássico do cordel, reescrita dez anos mais tarde e adaptada para a televisão. Além desta, é autor de mais dez peças, entre elas Os Homens de Barro, O Auto de João da Cruz, O Auto da Compadecida, Ato Isolado, O Santo e a Porca, A Farsa da Boa Preguiça, A Pena e a Lei. Fora as peças, publicou o romance Pedra do Reino, o ensaio Iniciação à Estética e Fernando e Isaura.
Tem preferência por Pedra do Reino, no qual pôde contar o que não cabia nas peças. "Teatro é uma coisa limitada. Você tem que ficar no limite de uma hora e meia a duas horas, e eu precisava de mais espaço.",
O auto da Compadecida, com os saltimbancos João Grilo e Chicó é o mais popular de todos os seus títulos, principalmente após o sucesso estrondoso da adaptação feita pelo diretor Guel Arraes para a TV Globo em 1999 e em seguida para o cinema no ano seguinte. A consagração veio confirmar a empatia que o homem, suas idéias e sua arte provocam onde quer que cheguem
Ariano percorreu mais de 200 cidades para apresentar as famosas aulas-espetáculo, verdadeiros shows de cultura popular que sacode as platéias inclusive de jovens, por onde passa. Ao encerrar as palestra deixa uma sensação quase eufórica de que vale a pena apostar num Brasil que ainda não existe.
O amor maduro tem e quer problemas, sim, como tudo. Mas vive dos problemas da felicidade. Problemas da felicidade são formas trabalhosas de construir o bem e o prazer. Problemas da infelicidade não interessam ao amor maduro.
Na felicidade está o encontro de peles, o ficar com o gosto da boca e do cheiro, está a compreensão antecipada, a adivinhação, o presente de valor interior, a emoção vivida em conjunto, os discursos silenciosos da percepção, o prazer de conviver, o equilibrio de carne e de espírito.
O amor maduro é a valorização do melhor do outro e a relação com a parte salva de cada pessoa. Ele vive do que não morreu mesmo tendo ficado para depois. Vive do que fermentou criando dimensões novas para sentimentos antigos, jardins abandonados, cheios de sementes.
Ele não pede... tem. Não reivindica... consegue. Não percebe... recebe. Não exige... dá. Não pergunta... adivinha. Existe para fazer feliz.
O amor maduro cresce na verdade e se esconde a cada auto-ilusão. Basta-se com o todo do pouco. Não precisa e nem quer nada do muito. Está relacionado com a vida e sua incompletude, por isso é pleno em cada ninharia por ele transformada em paraíso.
É feito de compreensão, música e mistério. É a forma sublime de ser adulto e a forma adulta de ser sublime e criança. É o sol de outono: nítido mas doce..., luminoso, sem ofuscar..., suave mas definido..., discreto mas certo.
Um Sol que aquece até queimar.
(Artur da Távola)
"Ani ohevet otcha"
(Eu te amo, mulher para homem, em hebraico)
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"Cristão é meu nome e Católico é meu sobrenome. Um me designa, enquanto o
outro me especifica.Um me distingue, o outro me designa. É por este sobrenome
que nosso povo é distinguido dos que são chamados heréticos."
(São Paciano de Barcelona, Carta a Sympronian, 375 D.C.)